O Pensamento Moderno em Portugal

Traços Emblemáticos

de Afonso Rocha

editor: Universidade Católica Portuguesa - Porto
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Na primeira metade do século XIX, quando na Europa o "pensamento moderno" já era afirmado de forma declarada, Portugal era ainda um país "escolástico" e "antigo", regendo-se pelas instituições e pelos valores medievais da "societas christiana".
Em boa verdade, só com Amorim Viana, através da publicação de Defesa do Racionalismo ou Análise da Fé (1866), é que os portugueses conhecem o "pensamento moderno".
O Pensamento Moderno em Portugal: Traços emblemáticos visa contribuir para um conhecimento mais profundo do modo como o País efectuou, durante os séculos XIX e XX, a transição do "pensamento antigo" para o "pensamento moderno", muito designadamente a nível do regime político, da concepção da filosofia e da afirmação da religião.
Cumprindo tal objectivo mediante o recurso ao pensamento de autores como o cardeal Saraiva, Amorim Viana, Teófilo Braga, Antero de Quental, Sampaio (Bruno), Leonardo Coimbra, José Marinho, António Quadros e M. Álvaro V. de Madureira, O Pensamento Moderno em Portugal: Traços emblemáticos não deixa de conotar ao mesmo tempo o processo de afirmação do "pensamento moderno" em Portugal por excelência com a figura de Sampaio (Bruno).

O Pensamento Moderno em Portugal

Traços Emblemáticos

de Afonso Rocha

ISBN: 9789898366900
Editor: Universidade Católica Portuguesa - Porto
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 229 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 365
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789898366900
Afonso Rocha

Afonso Rocha, natural de Penafiel, residente no Porto, licenciado em Teologia pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, mestre em Antropologia teológica pela mesma Faculdade e doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa é investigador do Centro de Estudos do Pensamento Português da Universidade Católica Portuguesa. Desenvolvendo a sua atividade de estudo e investigação principalmente nas áreas filosóficas da metafísica, da gnoseologia, da antropologia e da filosofia da religião, tem, entretanto, direcionado a sua atividade sobretudo para o âmbito do Pensamento Português, muito designadamente quanto aos domínios do mal, da gnose e do messianismo. Estendendo-se basicamente pela segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, a sua atividade de estudo e investigação tem englobado, por um lado, autores como o padre António Vieira, cardeal Saraiva, Pedro Amorim Viana, Teófilo Braga, Guerra Junqueiro, Sampaio (Bruno), Leonardo Coimbra, Pascoaes, Basílio Teles, Raul Brandão, Fernando Pessoa, José Marinho, Álvaro Ribeiro, Delfim Santos...; por outro lado, tal atividade tem privilegiado sobretudo as figuras de Sampaio (Bruno) e de Fernando Pessoa em relação às problemáticas do mal, do messianismo e da gnose. Autor de vários ensaios publicados em revistas, Atas de Congressos e obras conjuntas, sobressaem na sua obra editada sobretudo "O Mal no pensamento de Sampaio (Bruno): uma filosofia da razão e do mistério" (Lisboa, INCM, 2006), "Natureza, razão e mistério - Para uma leitura comparada de Sampaio (Bruno)" (Lisboa, INCM, 2009) e "O messianismo do 'Quinto Imperio' de Fernando Pessoa: uma filosofia da história ou uma filosofia da religião?" (Lisboa, INCM, no prelo).

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