O Pensamento de Keynes

Aspectos Epistemológicos e Metodológicos

de Manuel Jacinto Nunes

editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, abril de 1998
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Depois de, na década de 70, com o monetarismo de Friedman, as ideias de Keynes terem sofrido um relativo eclipse, nos anos 80 este autor regressou à ribalta, agora com a descoberta de aspectos epistemológicos e metodológicos da sua obra que não tinham sido considerados quando da publicação da Teoria Geral. Devido à "crise" na economia, houve, nas três últimas décadas, um interesse crescente dos economistas pela filosofia da ciência e, ao mesmo tempo, uma maior atenção dos filósofos da ciência pelos problemas epistemológicos e metodológicos da economia (Popper, Lakatos, Khun, etc.). Keynes não era, nas primeiras décadas deste século, quando escreveu o Tratado das Probabilidades, um positivista lógico, a doutrina dominante na Cambridge de então, onde sobressaíam Moore e Russel, podendo encontrar-se nele uma antecipação das modernas correntes da filosofia da ciência, nomeadamente quando, quer no Tratado das Probabilidades quer na Teoria Geral, introduz a incerteza, o que veio a conferir um papel central à sua obra nas discussões actuais sobre a epistemologia e a metodologia económicas.

O Pensamento de Keynes

Aspectos Epistemológicos e Metodológicos

de Manuel Jacinto Nunes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722708920
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 237 x 14 mm
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
EAN: 1002150520000
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Manuel Jacinto Nunes

Manuel Jacinto Nunes nasceu em Lisboa em 1926. Licenciado em Ciências Económicas e Financeiras pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, onde iniciou a sua carreira de professor, conclui o doutoramento em Economia no mesmo estabelecimento, defendendo a tese «Rendimento Nacional e Equilíbrio Orçamental» que lhe vale 19 valores.
O seu nome está profundamente ligado à divulgação dos princípios keynesianos em Portugal. Professor catedrático em 1963, jubilado em 1996, recebe o título de Doutor Honoris Causa em Economia em 2002 da Universidade de Coimbra.
Em paralelo, desempenha variadíssimos cargos e funções. Desde responsável do Ministério da Economia pelas negociações do Plano Marshall, do desarmamento aduaneiro, da adesão à Carta de Havana e de outros acordos bilaterais, foi também representante português no Comité de Política Económica da OCDE (1959-1965), período em que participa em três negociações decisivas: a adesão de Portugal ao Fundo Monetário Internacional; a obtenção do primeiro empréstimo externo do pós-guerra (1961) e o financiamento da ponte sobre o Tejo (1961-62).
Governador do Banco de Portugal (1974-75 e 1980-85), foi ainda presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos e governador português no Banco Mundial entre 1978 e 79. Ao nível político, desempenhou os cargos de subsecretário de Estado do Tesouro (1955-59), vice-primeiro ministro para os Assuntos Económicos e Integração Europeia e ministro das Finanças e do Plano (22 de Novembro de 1978 a 8 de Agosto de 1979, no IV Governo Constitucional).
É também autor de diversos estudos económicos.

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