O Mistério do Angoche

desvendamos o ataque terrorista ao "navio fantasma" português

de Paulo Oliveira
Editor: Edições Vieira da Silva, novembro de 2020 ‧
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A crónica de uma investigação. Quem em Portugal planeou, executou e ocultou a autoria do ataque terrorista ao navio Angoche nas costas de Moçambique, em 1971?
O presente livro propõe-se desvendar o enigma.

Outros mistérios correm neste Portugal contemporâneo a par do ‘caso Angoche’:
AGINTER-PRESS - a ‘outra PIDE’ -, agência de espionagem e de mercenários, vertente portuguesa da Operação Gládio ‘filha’ da NATO e da CIA;
o enigmático Mr. HERBERT LESTER - agente secreto e conselheiro de Salazar; a rede de JORGE JARDIM - o ‘Lawrence d’ África’;
‘Conde de Pavullo’ - o patriarca ZOIO;
e uma teia lusa de ‘mercadores da morte’.

O Mistério do Angoche

desvendamos o ataque terrorista ao "navio fantasma" português

de Paulo Oliveira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897794001
Editor: Edições Vieira da Silva
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 240 x 35 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 674
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789897794001

O Mistério do Angoche

ANTONIO SILVA

Uma descrição documental com recolha de várias opiniões, sobre um caso que acompanhei ao vivo enquanto vivia em Moçambique. Conheço alguns dos personagens mencionados no livro. Muito bom, para mim.

SOBRE O AUTOR

Paulo Oliveira

Nascido em Lisboa a 18 de setembro de 1959, Paulo Oliveira vai com a família para Moçambique em agosto de 1960. Reside em Lourenço Marques (Maputo) até setembro de 1979, altura em que volta a Portugal. Foi praticante e instrutor de paraquedismo no Aeroclube de Moçambique, com licença de queda-livre, em 1978 e 1979, e cursou Engenharia Eletrotécnica na Universidade Eduardo Mondlane.
Na capital portuguesa integra desde agosto de 1981 a ala externa do movimento que viria a ser a RENAMO, tendo assumido posteriormente o cargo de diretor da emissora Voz da África Livre, na África do Sul, de fevereiro de 1983 a 16 de março de 1984 - data do Acordo de Nkomáti entre o país do 'apartheid' e Moçambique. Parte desse período decorre no mato e em 'departamentos especiais' de Pretória. Enquanto na África do Sul, foi correspondente de diversos órgãos de informação portugueses.
De novo em Lisboa, é diretor da revista da RENAMO, sendo nomeado porta-voz e, mais tarde, em 1986, delegado do movimento para a Europa Ocidental. Foi ainda nesse período jornalista na secção internacional e colaborador em diversos diários lisboetas. Sai da RENAMO em outubro de 1987 em divergência quanto ao excessivo controlo sul-africano e à linha de atuação do grupo, pondo fim a sete anos de colaboração com o movimento de guerrilha africano na área de psychological warfare - de guerra psicológica -, análise de informação e propaganda.
Nos finais de 1987, edita um primeiro número de um boletim independente sobre Moçambique e a África Austral, o 'Moçambique Hoje'. Em março de 1988, após a abertura do regime moçambicano, regressa a Maputo. Da vivência com o movimento de guerrilha compilou o escrito 'RENAMO: uma Descida ao Coração das Trevas', o Dossier Makwákwa.
Da rede de conhecimentos e amigos no Cairo e, mais ao norte, no delta do Nilo, em Mahalla al-Kubra, e entre gente árabe nos banlieues parisienses, elabora material para mais um livro, um romance bem atual 'Mak: Operação D7', uma provocação 'terrorista'. Tem como áreas de interesse a Teoria do Caos.

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