SINOPSE
"Tenho a impressão de que a morfina já não produz em mim qualquer efeito.
Tenho dores. Em todo o corpo.
Detesto estas frases curtas.
Também detesto as frases longas.
Se calhar, detesto a escrita. Gostava de entrar na cabeça do meu criado, pensar o que ele pensa. Escreveria melhor. Ele é tortuoso, imprevisível, mas tem um coração puro."
Pequeno romance dramático e burlesco. O Meu Criado e Eu é de certa forma um duplo espelho do seu autor e uma parábola desconcertante sobre a doença, o declínio e a morte.
"Reescrevendo à sua maneira — simultaneamente erótica e teratológica — a velha dialéctica do senhor e do escravo, Guibert desvenda-nos a relação ambígua de um rico octogenário e do seu jovem e fiel servidor. (...) Quem manda em quem? O lacaio tornado soberano ou o anfitrião reduzido à condição de ilota" — Jerome Garcin
"Quem leu A l'ami qui ne m'a pas sauvé la vie e Le Protocole Compassionnel decifrará facilmente a alegoria, por demais transparente. Esse velho riquíssimo e esse criado tirânico nada mais são, é óbvio, do que as duas faces do autor." — Jacques Nerson
"Este pequeno texto de Hervé Guibert é soberbo pela sua graça e pela sua crueldade, e sobretudo pelo modo enraivecido como recusa o seu próprio desespero." — Jean-François Josselin
Tenho dores. Em todo o corpo.
Detesto estas frases curtas.
Também detesto as frases longas.
Se calhar, detesto a escrita. Gostava de entrar na cabeça do meu criado, pensar o que ele pensa. Escreveria melhor. Ele é tortuoso, imprevisível, mas tem um coração puro."
Pequeno romance dramático e burlesco. O Meu Criado e Eu é de certa forma um duplo espelho do seu autor e uma parábola desconcertante sobre a doença, o declínio e a morte.
"Reescrevendo à sua maneira — simultaneamente erótica e teratológica — a velha dialéctica do senhor e do escravo, Guibert desvenda-nos a relação ambígua de um rico octogenário e do seu jovem e fiel servidor. (...) Quem manda em quem? O lacaio tornado soberano ou o anfitrião reduzido à condição de ilota" — Jerome Garcin
"Quem leu A l'ami qui ne m'a pas sauvé la vie e Le Protocole Compassionnel decifrará facilmente a alegoria, por demais transparente. Esse velho riquíssimo e esse criado tirânico nada mais são, é óbvio, do que as duas faces do autor." — Jacques Nerson
"Este pequeno texto de Hervé Guibert é soberbo pela sua graça e pela sua crueldade, e sobretudo pelo modo enraivecido como recusa o seu próprio desespero." — Jean-François Josselin
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724114026 |
| Editor: | Edições Asa |
| Data de Lançamento: | abril de 1994 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 56 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Pequenos Prazeres |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789724114026 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
cruel
Nuno Veríssimo
Trata-se de uma auto-biografia do autor. Uma parábola terrivelmente lúcida e cruel sobre a morte.
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