O Jogo Iniciático da Oca

O Símbolo de Origem Ancestral da Mitologia Templária

de Helena Gerenstadt
idioma: português do brasil
Editor: Madras, Janeiro de 2010 ‧
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O labirinto é um dos símbolos mais conhecidos em todo o mundo. Pertence aos rituais de iniciação, de formação esotérica, além de simbolizar a descoberta do centro espiritual oculto, onde os mestres se encontram e seu vagar termina. O Jogo da Oca é um jogo da Idade Média; representa um elo entre o simbolismo medieval, por meio do labirinto, e os modernos jogos de corrida, em forma espiral, para se obter a vitória final. Ele possui 63 casas, distribuídas em forma espiral. O número 63 era considerado, na Antiguidade, o ponto culminante da vida do homem, a soma das Sete Idades, cada uma formada por nove. Já a casa 42, chamada de Labirinto, representa o número dos Juízes Mortos, no Livro dos Mortos do Antigo Egito. Esse número é também a soma das gerações bíblicas de Adão a Cristo. Seja também um peregrino, faça a sua caminhada através do Jogo da Oca.

O Jogo Iniciático da Oca

O Símbolo de Origem Ancestral da Mitologia Templária

de Helena Gerenstadt

Propriedade Descrição
ISBN: 9788537005903
Editor: Madras
Data de Lançamento: Janeiro de 2010
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 138 x 208 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Seminários E Colóquios
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Ocultismo
Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Parapsicologia
EAN: 9788537005903

SOBRE O AUTOR

Helena Gerenstadt

H. Gerenstadt viveu durante 10 anos no exterior, entre Israel e Espanha. Viajou pelos Estados Unidos e para vários países da Europa e da América Central. Um momento de dor e de perda fez com que ela buscasse o conhecimento da espiritualidade, o que a conduziu ao encontro do "eu" verdadeiro. "Foi a primeira tomada de consciência do caminho da evolução espiritual e da necessidade de comunicar-me com algo superior. 'Religar-me' com Deus foi uma experiência interior, pois aprendi que Deus está sempre presente, porque Ele é o Princípio e o Fim, a Causa Primeira, o Todo-Poderoso".
A autora dedica parte de seu tempo a pesquisar as enigmáticas lendas arturianas, que levam ao caminho da tradição e da iniciação. É a continuação de uma viagem extraordinária de autoconhecimento, que iniciou ao sair do país e ao entrar em contato com velhos costumes e conhecimentos da energia cósmica.
A autora considera Avalon e o Graal o resultado de uma "viagem interior", pois, para ela, a intimidade é a verdadeira viagem de transformação.
Antes mesmo de apresentar detalhes sobre Avalon e o Santo Graal, a autora fala da experiência fantástica que vivem os peregrinos que vão até Glastonbury.
Ela afirma que a herança espiritual da localidade é incomparável e muito rica de uma mitologia insuperável, de grande misticismo, que nos transporta a planos superiores, pois, segundo a lenda, foi o local em que o essênio José de Arimateia depositou o Santo Graal. "Os celtas situavam neste lugar uma das portas de acesso ao 'outro mundo', assim como a localização mística e misteriosa da ilha de Avalon", completa.

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