O Imaginário Segundo a Natureza

de Henri Cartier-Bresson
Editor: Editorial Gustavo Gili, dezembro de 2008 ‧
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"Fotografar é uma operação progressiva da cabeça, do olho e do coração para exprimir um problema, fixar um evento ou impressões. Um evento é tão rico que dá-se voltas em torno dele enquanto se desenvolve. Procura-se a sua solução. Às vezes encontra-se em alguns segundos, às vezes ela demanda horas ou dias; não existe solução padrão; nada de receitas; é preciso estar pronto, como para o tênis. A realidade nos oferece uma tal abundância que devemos cortar ao vivo, simplificar, mas corta-se sempre o que é preciso cortar? É necessário alcançar, trabalhando, a consciência do que se faz. Algumas vezes, a gente tem a impressão de que tirou a fotografia mais forte e, contudo, continua a fotografar, sem poder prever com certeza como o evento continuará a desenvolver-se. Será preciso evitar metralhar, fotografar rápido e maquinalmente, sobrecarregar-se assim de esboços inúteis, que entulharão a memória e perturbarão a nitidez do conjunto."

- Henri Cartier-Bresson

O imaginário segundo a natureza é a primeira recopilação, em um único volume, dos textos mais significativos de Cartier-Bresson (Chanteloup, 1908), entre eles "O instante decisivo" e "Os europeus". Também inclui artigos que destilam com a mesma intensidade e imediatidade visual suas viagens a Moscou e China, ou os que dedica a seus amigos André Breton, Alberto Giacometti ou Jean Renoir.

O Imaginário Segundo a Natureza

de Henri Cartier-Bresson

Propriedade Descrição
ISBN: 9788425219580
Editor: Editorial Gustavo Gili
Data de Lançamento: dezembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 206 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Arquitetura
EAN: 9788425219580

SOBRE O AUTOR

Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson (1908-2004) é considerado um dos fotógrafos mais importantes da segunda metade do século XX e um dos pais do fotojornalismo. Na agência Magnum, que fundou em 1947 ao lado de Robert Capa, David (Chim) Seymour, William Vandivert e George Rodger, realizou algumas das grandes reportagens (sobre a Europa, o Oriente e a antiga URSS) que lhe deram fama mundial como cronista visual.

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