O Discurso Pós-Moderno Contra a Ciência

Obscurantsimo e Irresponsabilidade

de António Manuel Baptista
Editor: Gradiva, abril de 2002 ‧
A ciência moderna não é a única explicação possível da realidade e não há sequer qualquer razão científica (sic!) para a considerar melhor que as explicações alternativas da metafísica, da astrologia da religião, da arte ou da poesia.»
Esta afirmação inacreditável foi retirada do livro Discurso sobre as Ciências, do professor catedrático da Universidade de Coimbra Boaventura Sousa Santos, destacado pós-moderno português.
Considerando que as crenças desta corrente de pensamento são como certos vírus que, expostos ao ar e à luz, se inactivam, o físico António Manuel Baptista expõe-nas ao pensamento crítico dos leitores, mostrando como elas assentam, na hipótese mais generosa, numa profunda incompreensão do que é a ciência, infectando, numa sociedade pouco instruída e nada crítica como a nossa, tudo o que é mais importante para o país, desde a educação e a saúde até à política.
Um livro a ler, portanto, com urgência absoluta.

O Discurso Pós-Moderno Contra a Ciência

Obscurantsimo e Irresponsabilidade

de António Manuel Baptista

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726628293
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Outros
EAN: 9789726628293
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

António Manuel Baptista

ANTÓNIO MANUEL BAPTISTA é Professor Catedrático de Física da Academia Militar. Dirigiu o Laboratório de Isótopos do IPO. Trabalhou no Medical Research Council e no Royal Cancer Hospital, de Londres. Graduado pela International School of Nuclear Science and Engineering, Estados Unidos. Foi Professor de Medicina Nuclear da Michigan State University. Os seus trabalhos de investigação distribuem-se por várias disciplinas. Publicou estudos e artigos em várias revistas científicas internacionais. Pela sua brilhante e continuada actividade de divulgação na rádio, na televisão e na imprensa foi distinguido com o Prémio da Imprensa (1969) e o Prémio Vídeo da Televisão (1981).

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