O Amor És Tu

de João Negreiros
Editor: Saída de Emergência, Janeiro de 2012 ‧
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0 amor é intemporal. Imagina um livro que celebra isso mesmo: a união, a beleza do encontro e a mágoa do desencontro que não é mais do que adiar a felicidade. Este livro reúne os poemas feitos à medida de todos nós. Nós que somos fortes por amor, fracos por amor, belos por amor, rudes por amor, loucos por amor e, quem sabe até, sábios por amor. Este livro exalta o amor. Se o acharem piegas é de propósito, se o acharem desgovernado é de propósito, se o acharem ridículo é de propósito, se o acharem genial é de propósito, se o acharem perfeito é sem querer.
É a prenda justa para quem gostamos, é a prenda certa para quem gostaríamos de gostar, é a prenda exacta para quem ainda não conhecemos. É o livro do carinho dos corpos e da alma que todos temos à flor da pele.
É um livro de poemas de amor. Só isso já bastaria, mas talvez seja muito mais.

O Amor És Tu

de João Negreiros

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896373931
Editor: Saída de Emergência
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 208 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896373931

SOBRE O AUTOR

João Negreiros

João Negreiros nasceu em Matosinhos a 23 de novembro de 1976.
Muito novo, escrevia já teatro, poesia e prosa poética.
Em 2009, o escritor foi o primeiro classificado no Prémio Internacional OFF FLIP de Literatura, categoria poesia, no Brasil. Em Portugal, entre outros prémios, João Negreiros venceu o Prémio de Poesia Nuno Júdice, cujo júri comparou a sua poesia à de Fernando Pessoa. Mais recentemente, venceu o Prémio Literário Dias de Melo com o seu primeiro romance, O Sol Morreu Aqui, considerado pelos membros do júri um marco importante na literatura portuguesa.
No âmbito da poesia, publicou quatro livros: o cheiro da sombra das flores, luto lento, a verdade dói e pode estar errada e o amor és tu. Na área do teatro, a sua obra foi crescendo, tendo hoje quatro peças editadas, Silêncio, Os Vendilhões do Templo, O segundo do fim e Os de sempre. Relativamente a prosa, o primeiro livro do autor a ser editado foi O mar que a gente faz.

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