O Absoluto que Pertence à Terra
SINOPSE
Se a desmedida é o traço que, absorvendo todos os outros, marca o rosto de qualquer herói, entre os modernos esse traço conheceu uma fixação inédita: a inactualidade, uma forma de inadaptação engendrada pelo litígio, entre um historicismo sem freio e o desejo torturante de fazer frente ao dia, de recolher as suas cinzas. A cidade já não pode cantar os seus heróis.
Encontramos em Hermann Broch um caso particular de inactualidade, que se apresenta na sua expressão mais exacta e concisa como "o absoluto que pertence à terra" ("das irdisch Absolute"). Trata-se de, habitando a terra, converter o peso, a impenetrabilidade, a dureza, a transparência, que cabem aos homens que a habitam, em reflexo transcendente, desde os movimentos que as pernas fazem ao subir para o estribo de um comboio aos jogos nocturnos do insone.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789729918599 |
| Editor: | Edições Vendaval |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2006 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 15 mm |
| Páginas: | 188 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
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Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
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| EAN: | 9789729918599 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |