Novo Testamento (livro de bolso)

(livro de bolso)

editor: Difusora Bíblica, janeiro de 1999
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Novo Testamento (livro de bolso)

(livro de bolso)

Propriedade Descrição
Editor: Difusora Bíblica
Data de Lançamento: janeiro de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 87 x 127 x 26 mm
Páginas: 1024
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Religião e Moral > Estudos Bíblicos
EAN: 0227000134012
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"NOVO TESTAMENTO" - 'Difusora Bíblica' - Recomendo, vivamente!

Pedro Borges (BRAGANÇA).

Esta presente edição do “NOVO TESTAMENTO” é, também, no fundo, a conhecida e conceituada versão/tradução realizada, há já alguns anos e que é, a da "DIFUSORA BÍBLICA"! (comumente também conhecida, essa mesma tradução efectuada, na sua íntegra, como 'Bíblia Sagrada’, dos Capuchinhos', - para o ‘Terceiro Milénio da Encarnação – O texto, inicial, já com várias reimpressões e, inúmeras, sucessivas edições!, data, inicialmente, de uma versão primeira no já longínquo ano de 1993, até à sua versão/tradução actual e que, mesmo assim, já remonta ao período seguinte: 1998/2000 ..!!...) . Esta obra e todo o trabalho que lhe está inerente, apresentado no presente texto - e que é, afinal, bem patente no mesmo e, entretanto, realizado, para esta edição/versão da “Bíblia Sagrada” no texto fixado em particular (aqui apresentada apenas na parte que se refere ao “NOVO TESTAMENTO”) é/foi na sua concretização, certamente, exaustivo’, digamos assim.., na sua versão/tradução vertida no resultado final, neste texto, em relação ao fixado - e ao correspondente ‘original/nais’, por parte dos vários especialistas, de diversas áreas, colaboradores, participantes deste mesmo trabalho (e que é marcante’, bem muito pela positiva..!...), e que, decerto, a integraram, obviamente, também, biblistas, tradutores, professores de Sagrada Escritura, exegetas, teólogos estudiosos, concretamente, no âmbito, mais específico, de/dos estudos bíblicos, como é óbvio, especialistas em tradução, linguística, etc., ... é, deveras, sim, concordemos’ – é realmente!..., admirável; mesmo. Penso que seja, de uma forma ou de outra, mais ou menos, direi, consensual, esta minha apreciação atrás referida e que aqui fica, registada...! E esta obra (apresentada aqui em ‘formato de bolso’) corresponde, concretamente, à publicação, neste caso concreto, do texto relativo à parte do “Novo Testamento” cristão, e é, assim, desse modo, o seu resultado/trabalho final, reitero-o - e, saliente-se, desde logo, notável!...: e tal, constitui 1facto; indubitavelmente. Já adquiri, sim, há já algum tempo, esta conhecida e reputada 'tradução/versão dos códices/’manuscritos originais' e que restam!... (Apesar destes, serem já cópias, de cópias’… . Todavia, existem ainda, é verdade – e têm sido descobertos, também, alguns fragmentos, literalmente, de/em papiro(s), de origem muito remota mesmo, bastante próximos desses originais, das últimas décadas do Séc. I, D.C.!). O meu, digamos, parecer’, agora, mais especificamente, com um exemplo, a seguir ‘proposto..!... Só não propus', ao texto final apresentado, as 5 *estrelas’ porque, como em tudo, obviamente, na minha modesta opinião e, acima de tudo, numa perspectiva!/abordagem' à respectiva metodologia adoptada - e, ao seu, resultado'final!.., existem, a meu ver, algumas lacunas', a apontar e/ou assinalar, pontualmente..!... Por exemplo, no Evangelho Segundo S.João, no seu Capítulo XI (na famosa passagem/episódio, da perícopa relativa à 'Ressurreição de Lázaro', em Betânia, surge, entretanto, e como exemplo apenas, o versículo 36 traduzindo(-se), desta forma, e reflectindo(-se) a reacção do Povo Judeu aquando da, gradual, aproximação de Jesus, do/ao túmulo de Lázaro (e, com tal facto, ao comover-Se intimamente e profundamente, compadecido e tão próximo’!, perante a frágil condição humana; pois, é, isso mesmo constatado, pelo Evangelista João, ao registar’ que, o Senhor "Jesus chorou."...!.. .), o mesmo povo judaico presente e a acompanhar no seu luto, a dor - solidários, obviamente, também, com a perda e com essa mesma dor, com o sofrimento por que estavam a passar as irmãs, Marta e Maria, de Betânia, exclama, então, comenta, sussurra, digamos'assim - e segundo a citada tradução 'dos Capuchinhos' e que é registado, o correspondente ao versículo citado (Evang. Jo.11, 36), o seguinte: "Vede/vejam, como Ele (Jesus) era seu amigo! (de Lázaro)". Serei um 'purista/rigorista' (?!..), não sei...; mas, e visto que a edição presente, ou seja, em causa, não é uma edição no, comumente designado 'português corrente' (para tal e para outros fins, existe mesmo, da mesma Editora, uma edição própria, específica, em linguagem, digamos, mais 'adaptada', actualizada', adaptada à realidade actual, no/num estilo, de expressões usadas, com termos e conceitos empregues..., a fim de, objectivamente, tornar mais’acessível e, digamos, compreensível o texto original, a um maior número de pessoas, num âmbito mais vasto, isto é, no fundo, ainda mais abrangente, mais lato, nessa mesma abrangência, dizia’eu, e que, para tal, existem, enfim, de facto, versões/edições’, em concreto, e/ou em particular, para tal ensejo, com esse mesmo objectivo, para esse fim..!... Concluindo (pois já me alonguei' em demasia, não há dúvida), nesta tradução, formal, clássica’, académica e cientificamente - e, como é óbvio, também, linguisticamente mais rigorosa, ou seja, mais 'correcta'!, mais fidedigna e em concordância, na sua essência, com/aos códices/manuscritos originais e que, no fundo, na minha opinião (e esta mesma ‘vale o que vale’, como sole dizer-se…) era a que, devia, penso eu, ser adoptada, enfim, nesta mesma tradução - que, realmente, é já um 'clássico'!(e que 'merece', realmente, tal ‘reputação’ tal é a qualidade da tradução em questão, sem dúvida, sublinhe-se), e até pela honestidade intelectual que é devida, na responsabilidade que é colocada na concretização desta(s) empresa(s)’/trabalho(s) e que, a mesma, existe e que predomina’!, certamente, na melhor das acepções, é indubitável!!.., não deveria, então, a meu ver – e, pergunto eu, de ser, por exemplo no/neste caso em concreto, adoptada a(uma) tradução'(!?..), não tão dolicodoce' - e, por isso, talvez, menos, chocante' (?!) como, no fundo é, a tradução, por exemplo, adoptada de: "Vede, como era Seu amigo!", mas SIM!, julgo eu, ser a tradução, muito mais, rigorosa, mais fiel, mais justa'…, mais forte, mais vigorosa, mais viva!, mais estremecedora'/mais humana e divina, simultaneamente!!mais, enfim, digamos, fidedigna, mais'próxima do(s) original(ais) em grego!?...e, no fundo, realmente e até mais 'verdadeira' uma(essa!) expressão, que a seguir proponho, como exemplo..?!...: mais, aliás muito mais!espontânea, genuína’, sem dúvida, mais sublime, inquestionavelmente a, muito mais, reitero, fidedigna, próxima do original na sua essência, no seu âmago, rigorosamente, mais fiel’?...(ou seja, o mesmo até a nível académico / metodológico, intelectualmente e, honestamente', assim mesmo, se 'exige', enfim, o requer..a mesma exegese bíblica, a hermenêutica bíblica, a linguística....!..etc..!?..), deve(ria!..), penso eu, então, por exemplo, ser ‘proposta' - no caso e como exemplo tomado, a/uma tradução (a mesma, penso, enfim, ser mais autêntica', mais genuína, fiel e rigorosa!, isto é, mais..'espontânea', no fundo!) e, objectivamente , no caso dado como exemplo a que é, deveras, sem quaisquer dúvidas!a que julgo ser mais aproximada do espírito!da letra’original e que é, penso eu - e reitero-o, a tradução, seguinte..; (isto) sem preconceitos e/ou.. 'pruridos…! Ei-la: - "Vede, como Ele o amava!" (Jo; 11,36) ..!... Como nos ama, no fundo, a todos!!, incondicionalmente.., e sem medida! Tenho dito’; 'dixit est'! Obrigado, também, pela paciência, em ´lerem-me'...!.. :-) (BRAGANÇA). --------------------------------------------------------------------------------------------------