Notas sobre uma Arte Útil - Parte escrita I

(1942-1960)

de Júlio Pomar
Editor: Documenta, abril de 2014 ‧
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A publicação dos textos críticos de Júlio Pomar procura trazer ao conhecimento do público uma parte fundamental da sua obra, muitas vezes esquecida em detrimento dos seus desenhos e pinturas. Os textos críticos que produziu, o pensamento que neles se materializa, certificam o autor, não apenas como artista, mas também como um sujeito da escrita e um agente profundamente inquieto que não evita tomar posições.
A edição em três volumes abrange os primeiros textos, tinha o artista 16 anos de idade, passando pela sua fase madura, indo até ao último texto, escrito em 2013. Notas Sobre uma Arte Útil, Parte Escrita I (1942-1960); Da Cegueira dos Pintores, Parte Escrita II (1985); Temas e Variações, Parte Escrita III (1968-2013), dão a conhecer o pensamento crítico do pintor, as relações que o artista estabeleceu com as obras dos seus pares, com a história da arte, mostrando que os desenvolvimentos da arte moderna não se produzem isoladamente.
Particularmente, Notas Sobre uma Arte Útil, este primeiro volume da Parte Escrita, abarca textos de teor político, incluindo os do período neo-realista, escritos até 1960 (momento em que o artista parte para Paris), nos quais se evidencia uma vinculação da arte à utilidade. A arte e a escrita têm, entre outros, o propósito da denúncia, da resistência, do comentário social e de veicular correntes ideológicas. [Sara Antónia Matos]

Notas sobre uma Arte Útil - Parte escrita I

(1942-1960)

de Júlio Pomar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898566423
Editor: Documenta
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 219 x 34 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Pintura
EAN: 9789898566423

SOBRE O AUTOR

Júlio Pomar

Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

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