Nossa Senhora dos Mares

de António Castro
Editor: Europa Editora, março de 2022 ‧
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Numa manhã de verão do longínquo ano de 1951, o visconde Martinho Vespúcio, de origem italiana, adquiria, de uma forma mística, uma valiosa estatueta de arte sacra, num antiquário da rua dos Correeiros na cidade de Lisboa. A imagem de madeira (Nossa Senhora dos Mares) destinava-se à pequena capela anexa ao Solar onde habitava, na aldeia do Cortiço, perto da cidade de Coimbra. E assim aconteceu. A partir de então a Senhora foi adotada como padroeira da aldeia, venerada no final de cada mês com uma procissão que percorre o trajeto entre a capela e a igreja da aldeia.

A nossa história começa anos mais tarde; já o visconde não era vivo, quando um milionário inglês procura comprar, por uma pequena fortuna, a estatueta da Senhora, mas não teve o aval das herdeiras, irmãs de Martinho. Entretanto Armando Vilar, um escritor pouco conhecido na praça aporta a aldeia para habitar uma parte da casa alugada ao presidente da Junta, com a intenção de aí passar o inverno a escrever, no meio do sossego, e da boa alimentação. Armando acaba por se apaixonar por Mafalda, uma jovem viúva com uma filha pequena, figura relevante em toda esta narrativa.

Nossa Senhora dos Mares

de António Castro

Propriedade Descrição
ISBN: 9791220122726
Editor: Europa Editora
Data de Lançamento: março de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 211 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 421
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9791220122726

SOBRE O AUTOR

António Castro

António Manuel Gonçalves Castro, Técnico de Informática (grau 2, nível 2), reformado, nasceu em 3 de maio de 1951, em Lisboa, na freguesia dos Anjos.
Licenciado pela Universidade da Vida, Diretor do Instituto das Suas Próprias Ideias, não foi Correspondente de Guerra mas na guerra esteve, e desde sempre Ministro da Administração Interna (na sua própria casa). Começou desde muito cedo a desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita (quando começou a ler e a escrever). Compreendeu então que, ao longo dos anos, evoluía nesta área porque, assim que escrevia cada novo texto destruía o anterior (por achá-lo ingénuo, e por vezes demagógico, comprovando deste modo que também evoluía em relação à idade e ao temperamento). A ter guardado tudo o que escreveu (de ótimo ou de péssimo), ao longo de 68 anos, seria considerado hoje em dia um autor, quase tão prolífico como Corin Tellado ou Lope de Vega.
Autodidata, como António Aleixo, Machado de Assis, Charles Dickens, William Faulkner (e tantos outros, com os quais não se pretende comparar), viveu cerca de 25 anos em Moçambique, onde publicou os seus primeiros textos no jornal de Notícias, de Lourenço Marques (Maputo), no suplemento Coluna em Marcha, durante a sua vida militar, de 1972 a 1974, no tempo da guerra colonial. Antes de se falar no 25 de Abril, já tinha projetado partir, à procura de novos horizontes, mas o fim da guerra apressou o seu regresso a Portugal. Chegou a publicar um texto humorístico, no Reader’s Digest mas, contingências da vida impediram-no de prosseguir.

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