No Último Azul

Descubra como viveram e morreram os Cripto-Judeus Maiorquinos do Séc. XVII

de Carme Riera
Editor: Editorial Teorema, fevereiro de 2008 ‧

A vida e a morte dos cripto-judeus maiorquinos do século XVII, num magnífico fresco histórico.

Os factos históricos nos quais se baseia este romance aconteceram em Maiorca, entre 1687 e 1691.
Em 7 de Março de 1687, um grupo de judeus conversos maiorquinos, temendo ser detidos pela Inquisição, decidiram embarcar rumo a terras de liberdade. O mau tempo frustrou a sua fuga, foram presos e trinta e sete deles acabaram por ser condenados à fogueira em quatro Autos de Fé, tiveram lugar na Primavera de 1691.
No Último Azul reconstitui a forma como viveram e morreram os cripto-judeus maiorquinos do século XVII, num mundo no qual se entrecruzam inquisidores, comerciantes, camponeses, bandoleiros ou mulheres venais, como a inesquecível Biatriu Mas, proporcionando um amplo mosaico de acontecimentos, cuja trama prende o leitor desde as primeiras páginas.

Este romance recebeu o Prémio Nacional de Literatura, pela primeira vez atribuído a um romance em língua catalã.

No Último Azul

Descubra como viveram e morreram os Cripto-Judeus Maiorquinos do Séc. XVII

de Carme Riera

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726957454
Editor: Editorial Teorema
Data de Lançamento: fevereiro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 235 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 428
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726957454

SOBRE O AUTOR

Carme Riera

Carme Riera nasceu em Palma de Maiorca, em 1948. É Professora Catedrática de Literatura Espanhola na Universidade Autónoma de Barcelona. Escreve em catalão e revelou-se em 1975 com o seu livro de contos e Te deix, amor, la mar com penyora (35 edições). Os seus romances, traduzidos para várias línguas, receberam vários prémios.
No Último Azul obteve o Premio Josep Pla, 1994, o Premio Creixells, 1995, a Lletra d’Or, 1995, para o melhor livro do ano, bem como o Premio Nacional de Literatura, que, pela primeira vez consagrou um romance escrito em catalão.

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