No Tempo dos Franceses

de Francisco da Fonseca Benevides
Editor: Marcador, novembro de 2012 ‧
Portugal recusa-se a aderir ao Bloqueio Continental decretado por Napoleão à Inglaterra em 1806. Em agosto do ano seguinte, França faz um ultimato ao governo português: ou declara guerra à Inglaterra até dia 1 de setembro - quebrando a sua mais antiga aliança - ou as fronteiras nacionais serão atravessadas pelo exército francês. Portugal não toma nenhuma medida e, em novembro de 1807, a ameaça francesa é consumada. No final desse mês as tropas francesas estarão em Lisboa. A bandeira portuguesa é solenemente substituída pela bandeira francesa.
Entretanto a família real portuguesa foge para o Brasil. Com ela, vão também muitos nobres e fidalgos, que carregam todas as riquezas e valores que podem transportar, deixando o país entregue à governação estrangeira. Os Generais de Napoleão virão a ser inclusivamente, mais tarde, candidatos ao trono de Portugal.

No Tempo dos Franceses

de Francisco da Fonseca Benevides

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898470638
Editor: Marcador
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 229 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Marcador História
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789898470638

Interessante

Luís Miguel

Contado através de acontecimentos divididos em capítulos, o que torna a leitura fácil e acessível, com pormenores do dia a dia, da vida social, dos costumes, e portanto, para além da clássica narrativa de compêndio. Interessante.

SOBRE O AUTOR

Francisco da Fonseca Benevides

Francisco da Fonseca Benevides foi diretor da mais importante escola técnica do País no fim do século XIX, o Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, onde lecionou Física e Hidrografia.
Exerceu atividade de professor de Mecânica de Artilharia na Escola Naval de Lisboa e foi um dos responsáveis pelas comissões encarregadas da exposição internacional do Porto em 1865 e da exposição universal de Paris em 1867.
Foi sócio correspondente da Academia Real das Ciências, da Academia Real de História de Madrid e do conselho de Sua Majestade; fez carreira militar e foi agraciado com os graus de comendador e de cavaleiro da ordem de Cristo e de S. Tiago.
Autor de uma vasta obra, colaborou em revistas científicas, abrangendo domínios tão diversos como a Física, a História e a Música. Rainhas de Portugal é a sua obra mais importante e uma referência ímpar da historiografia portuguesa.

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