Não Tenhas Medo do Escuro

de Gabriel Magalhães
Editor: Difel, abril de 2009 ‧
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Um cadáver que desaparece; uma mulher que morreu - e que talvez não tenha morrido; um pintor louco; uma governanta que se dedica a afogar gatos pretos; um poeta que recita nas estações de serviço e um enigmático velho de barba branca; uma japoneira movendo-se de um lado para o outro. Eis alguns dos ingredientes narrativos de Não Tenhas Medo do Escuro, romance que obteve o Prémio de Revelação APE/DGLB.
Afectada por um cancro, uma professora procura um sentido para a sua vida. Vagueia por Lisboa, Porto e Amarante; entretanto, uma criatura de sombra persegue-a. Após a sua morte, o seu corpo desaparecerá. A chave para este enigma encontra-se nos poemas que analisou com os seus alunos e nas pessoas que conheceu nos seus últimos meses.
Não Tenhas Medo do Escuro é um romance de mistério, uma homenagem à poesia portuguesa e uma reflexão sobre o valor da vida e o poder da arte.

Não Tenhas Medo do Escuro

de Gabriel Magalhães

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722909419
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722909419

Devia ser obrigatório ler!

Armando Luis Lino Lopes

Um livro surpreendente. Mais uma vez, sou obrigado a deixar o meu testemunho sobre um livro de Gabriel Magalhães. Sobre a planície de espelhos disse que se só houvesse um livro no mundo, eu queria que fosse esse. Agora, sou obrigado a anular as anteriores palavras: O mundo não era o mesmo sem estes 2 livros! Maravilhosos!

SOBRE O AUTOR

Gabriel Magalhães

Como muitos escritores portugueses, Gabriel Magalhães tem três vidas. Na primeira, é professor de Literatura na Universidade da Beira Interior, tendo também dado aulas em Espanha - país onde viveu muitos anos e onde fez o seu doutoramento. Na segunda, acorda de madrugada e escreve contos e romances - como quem tenta passar a limpo o amanhecer. A sua terceira vida é um quadro de Vermeer onde se vê uma mulher e uma filha - e a certeza da luz de Deus. Depois de publicar o seu primeiro romance descobriu que, para além destas três, precisa ainda de mais quatro existências: sete vidas são precisas para sobreviver aos abismos de uma aventura literária.

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