Não há Lugar para Divorciadas

de Francisco Moita Flores
Editor: Editorial Notícias, abril de 2003 ‧
Francisco Moita Flores tem vindo a granjear sucesso em várias adaptações para séries televisivas (acaba até de ganhar um Globo de Ouro). Neste seu novo livro de cariz policial detectivesco transporta-nos para Portugal daqui a trinta anos (que é quase igual ao de hoje ou de ontem) , num registo divertido e de quem bem conhece o espírito luso, com ministros e burlões, atentados, televisões, figuras, figurões, "femmes-fatales" e prostitutas. Só "não há lugar para divorciadas". Descubra você mesmo/a como e porquê.

"Uma viagem ao futuro de Portugal, com os ingredientes do presente e do passado. Cozinhada com condimentos e rivalidades qb..."
João Céu e Silva, DN, 24/5/03

Não há Lugar para Divorciadas

de Francisco Moita Flores

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724614564
Editor: Editorial Notícias
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 228 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Escrito em Portugues
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724614564
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

leitor

Maria Natália Machado Rosa

Suspense até ao fim. Lê-se muito bem. Quando se lê parece que ouvimos o autor a falar. Muito bom.

SOBRE O AUTOR

Francisco Moita Flores

Francisco Moita Flores é dos autores de língua portuguesa mais conhecido, quer pela sua obra literária: A Fúria das Vinhas, Segredos de Amor e Sangue, A Opereta dos Vadios, Mataram o Sidónio!, O Mensageiro do Rei, O Mistério do Caso de Campolide, Os Cães de Salazar, que deu origem à série O Atentado, e A Despedida de Ulisses, entre muitos outros títulos; quer pelos brilhantes trabalhos para cinema e televisão, entre os quais se recordam A Ferreirinha, Ballet Rose, Alves dos Reis, O Processo dos Távora e O Bairro, além da adaptação de clássicos, nomeadamente, de Eça de Queirós, Júlio Dinis e Aquilino Ribeiro. Mestre na arte dos diálogos, dá corpo e alma às personagens à medida que desenvolve a narrativa dramática, assumindo em cada romance a sua dimensão humanística e de intervenção cívica através de uma forma simples carregada de duplo sentido.

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