SINOPSE
Um livro que despertará a curiosidade das leitoras que querem conhecer os amores secretos das rainhas que «fizeram» a História.
De Messalina a Maria Luísa, passando por Isabel da Baviera, Maria Antonieta e Josefina, o destino galante das rainhas que marcaram a História.
Rainhas ou imperatrizes, o casamento foi-lhes quase sempre imposto por razões de Estado e foi na paixão, na excentricidade ou na libertinagem que tentaram viver as suas aventuras pessoais. Messalina tornou-se, assim, a imperatriz dos lupanares de Roma, enquanto Isabel de Inglaterra ou Margarida de Navarra foram pródigas nos seus favores.
A maior parte das vezes estas rainhas, cuja função é sagrada, foram desmascaradas e o crime dos seus cúmplices lavados com sangue. Sob o domínio de Bonaparte, o amor dos hussardos está em voga e as primeiras-damas de França têm aventuras amorosas com cavaleiros irresistíveis.
Contudo são, talvez, os últimos reflexos do amor galante, aqueles que iluminaram a atracção de Maria Antonieta por Fersen e de Hortênsia por Flahaut.
Enquanto nos dias de hoje os príncipes William e Kate Middleton casaram com uma audiência de milhões de telespectadores, talvez a futura rainha de Inglaterra tenha um destino mais feliz do que as suas antecessoras reais, pois a vida das rainhas de Inglaterra, França e outros países desde a Idade Média até à Revolução Francesa nada tinha de conto de fadas.
Nessa altura o casamento era imposto, por norma um dever de Estado para conseguir alianças, o amor não era equacionado, e se estas rainhas queriam viver plenamente os seus amores e paixões a solução era encontrar amantes. Para fugir da vida sombria, muitas rainhas assumiram grandes riscos para viver uma verdadeira história de amor.
De Messalina a Maria Luísa, passando por Isabel da Baviera, Maria Antonieta e Josefina, o destino galante das rainhas que marcaram a História.
Rainhas ou imperatrizes, o casamento foi-lhes quase sempre imposto por razões de Estado e foi na paixão, na excentricidade ou na libertinagem que tentaram viver as suas aventuras pessoais. Messalina tornou-se, assim, a imperatriz dos lupanares de Roma, enquanto Isabel de Inglaterra ou Margarida de Navarra foram pródigas nos seus favores.
A maior parte das vezes estas rainhas, cuja função é sagrada, foram desmascaradas e o crime dos seus cúmplices lavados com sangue. Sob o domínio de Bonaparte, o amor dos hussardos está em voga e as primeiras-damas de França têm aventuras amorosas com cavaleiros irresistíveis.
Contudo são, talvez, os últimos reflexos do amor galante, aqueles que iluminaram a atracção de Maria Antonieta por Fersen e de Hortênsia por Flahaut.
Enquanto nos dias de hoje os príncipes William e Kate Middleton casaram com uma audiência de milhões de telespectadores, talvez a futura rainha de Inglaterra tenha um destino mais feliz do que as suas antecessoras reais, pois a vida das rainhas de Inglaterra, França e outros países desde a Idade Média até à Revolução Francesa nada tinha de conto de fadas.
Nessa altura o casamento era imposto, por norma um dever de Estado para conseguir alianças, o amor não era equacionado, e se estas rainhas queriam viver plenamente os seus amores e paixões a solução era encontrar amantes. Para fugir da vida sombria, muitas rainhas assumiram grandes riscos para viver uma verdadeira história de amor.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896575014 |
| Editor: | Planeta |
| Data de Lançamento: | junho de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 233 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 232 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896575014 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um livro interessante
Clara Ribeiro
Geralmente, apenas os reis e as suas amantes merecem lugar de destaque na história. Este livro oferece-nos uma perspectiva diferente para nos fazer compreender que também as rainhas sofriam com os casamentos de conveniência e procuravam consolo nos braços de vários amantes, por vezes com risco da sua própria vida pois o adultério feminino não era admitido, ao contrário do masculino. Bastante interessante!
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