Monólogos Madrugais

de D. Mariañez
idioma: português do brasil
Editor: Chiado Books, outubro de 2016 ‧
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"A madrugada: sempre vazia. As ruas, solitárias. Todos os lugares fechados: menos os sonhos. Mesmo assim, o momento que torna tudo um silenciar constante - e que parece infindo enquanto se espera pelo sono ou pelo sol - deu luz a ideias inspiradoras. Como pinceladas sem cálculo, elas surgiram primeiro tais quais erros confusos; e assim prosseguiram até que os olhos insones desistiram de ficar fechados, e passaram a vigiar o derramamento de tinta no papel.
E é então que se (re)inicia uma busca ilógica por frases novas pintadas em folhas velhas, que no final resultariam num livro.

Nas poucas janelas acesas das madrugadas, mentes se perdiam e corações se encontravam. E, em uma janela específica, nasceram os textos neste livro compilados: a quebra do silêncio da madrugada de alguém que nada mais poderia desejar além da expressão de seu peito pulsante. Entre monólogos, histórias, versos livres ou programados, conotações, críticas, gritos de misericórdia e sentimentos em demasia, constrói-se uma pequena maquete de uma parte do coração de uma jovem perdida na literatura e na poesia... E consolida-se sua primeira aventura no mundo da publicação."

Monólogos Madrugais

de D. Mariañez

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895186167
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 138 x 217 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 118
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavras Soltas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789895186167

SOBRE O AUTOR

D. Mariañez

Débora Mariañez Maranhês nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais: em meio aos incontáveis morros e os tão conhecidos carismas mineiros. Passava, na infância, razoável parte do tempo com os avós maternos, nascidos no Nordeste – o que lhe deu a oportunidade de sempre ouvir histórias variadas –, e, mais frequentemente na casa dos pais, com sua irmã e irmão mais velhos: o que tornou impossível falar sobre sua pessoa sem ao menos citar aqui essas quatro figuras, tão importantes quanto seus pais ao longo de sua vida e desenvolvimento.

Não tendo se mudado, cresceu na cidade – e ainda cresce. Pode-se dizer que sua relação geral com as pessoas, a sociedade, e o mundo expressa-se numa mescla de tanto admiração, quanto angústia, atração e revolta: todos sentimentos que considera inevitáveis para aqueles que têm a consciência desperta. Sua alma, naturalmente apaixonada por tudo o que é pequeno, minoritário, e por detalhes que podem tornar-se gigantes, trouxe-lhe, ao longo de seus (ainda poucos) anos, tanto alegrias quanto tristezas – e, além de em seus textos, pode-se lê-las em seus gestos. É descrita pelos amigos como uma garota primeiramente mais séria e pensativa, mas que, uma vez próxima, torna-se afável – e, quando envolvida em uma discussão ou causa, defende-a com afinco.

A jovem se introduziu no mundo da poesia por volta de seus treze anos de idade – muito embora já fosse amante da literatura em prosa narrativa anteriormente. Aos quatorze anos, interessa-se por fotografia, e aos quinze começa (e termina) um curso rápido sobre a tal, começando a buscar por trabalhos na área. Ainda assim a escrita não foi deixada em segundo plano, com projetos de romances, e um extravasar poético constante. Como nasceu no ano da virada do milênio, é com dezesseis anos que publica seu primeiro livro: o original Monólogos Madrugais, sendo desejo antigo seu publicar um livro: desde jovem apresentou inclinação para se tornar uma autora, e não ocultava seu interesse em tudo relativo ao assunto, tanto tratando-se de romances quanto livros de poesia ou crônicas.

Inspirada pela leitura constante de seus autores favoritos, segue em interminável busca por seu aprimoramento e amadurecimento na escrita, acreditando que tudo pode e deve ser aperfeiçoado mais e mais. Mantém em mente a ideia de não se prender a um único estilo ou padrão, tendo como sua única regra global a exigência da presença de uma significação: "Nada a ser recitado ou lido deve ser recheado pelo vazio. De vazias, já bastam as promessas quebradas e os corações partidos".

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