Metamorfoses - I

de Ovídio
Editor: Vega, dezembro de 2006 ‧
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Tendo como objecto os mitos gregos e romanos, tratados com o maior encanto e graciosidade, esta obra tornou-se fonte inesgotável de temas para os italianos do Renascimento, para Shakespeare e seus contemporâneos e ainda para muitos poetas posteriores. Exercendo uma incalculável influência sobre a literatura moderna, superior à Eneida de Virgílio, Metamorfoses impõe-se como uma obra única que nos oferece com grande clareza e beleza poética o folclore da antiguidade clássica. Contos maravilhosos, admiravelmente encadeados, livro fantástico que os séculos não deixaram de admirar, as Metamorfoses, de Ovídio, são hoje alvo de um interesse crescente por todos quantos apreciam a arte poética e a cultura greco-romana. Daí que esta editora se orgulhe de apresentar ao seu público leitor, em edição bilingue e dois volumes, esta nova e aprimorada tradução, feita directamente do latim por Domingos Lucas.

Metamorfoses - I

de Ovídio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726998426
Editor: Vega
Data de Lançamento: dezembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 231 x 57 mm
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Clássica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789726998426

Os classicos

Luis Manuel Carrapato Bibiu

São livrros que somente se toma conhecimentos deles quando se avança nos estudos. Como livros que tenho obrigatoriamente que estudar , ainda não conclui as leituras, mas pelo que já li mesmo os livros que foram escritos há bastante tempo continuam bem actuais.

SOBRE O AUTOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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