Menos por Menos

de Pedro Mexia
Editor: Dom Quixote, abril de 2011 ‧
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Em Menos por Menos - Poemas Escolhidos, uma antologia pessoal, Pedro Mexia oferece-nos uma selecção de poemas retirados dos seus seis livros de poesia escritos entre 1999 e 2007. 100 poemas que traduzem o que demelhor existe na obra de um dos mais conceituados autores da nova geração da poesia portuguesa contemporânea.

« Lendo a poesia de Pedro Mexia segundo as novas condições propostas por esta antologia, temos, no fundamental, dois grandes núcleos temáticos: por um lado, a memória que lança uma espécie de auréola sobre tudo o que é representado e determina uma subjectividade melancólica e, em certos casos, evocativa do spleen baudelairiano; por outro, um quotidiano essencialmente urbano que faz a poesia confrontar-se com a profundidade do que é superficial e com a tragédia da nulidade.»
António Guerreiro, Expresso

«Desenha-se aqui um tempo de carência, de dessacralização, de perda, de camuflagem (que procede talvez de uma waste land eliotiana). […] Menos por Menos – lembremo-nos que em álgebra menos por menos dá mais – traz-nos uma poesia lúcida que se é reveladora de um tempo de carência pode ser também equivalente àquele mais que a linguagem imaginosa dos poemas deste livro nos revela plenamente.»
Fernando Guimarães, JL

Menos por Menos

de Pedro Mexia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722044028
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 210 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722044028

SOBRE O AUTOR

Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972, crítico e cronista em vários jornais, nomeadamente Diário de Notícias (1998-2007), Público (2007-2011) e Expresso (desde 2011), subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010) e vogal do conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém (2016-2023). Escreveu regularmente na revista LER. Participou em diversos projetos das Produções Fictícias, como, por exemplo, É a Cultura, Estúpido (Teatro São Luiz); O Eixo do Mal (SIC Notícias); O Inimigo Público (suplemento do Público); Os Culturistas e O Que Fica do Que Passa (Canal Q). Manteve rubricas de cinema na Rádio Renascença (meados dos anos 1990) e na Antena 3 (2015-2016). Foi coautor, com Inês Meneses, de PBX (2015-2023), um programa da Radar e um podcast do Expresso. Publicou oito coletâneas de poesia entre 1999 e 2021. Editou oito volumes de crónicas e o penúltimo, Lá Fora, venceu o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores – APE em 2018, editou cinco volumes de diários e a peça Suécia (2023), a convite do Teatro Nacional São João. A 10 de março de 2025, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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