Memórias do Olhar e do Sentir

de Maria Mattos
Editor: Editorial Minerva de Lisboa, maio de 2005 ‧
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Memórias do Olhar e do Sentir é um relato de vidas, passadas e presentes, de um homem, de uma família, de um país e de um mundo.

A narrativa inicia-se em Abril de 2003 e termina na noite de Natal do mesmo ano.

Gabriel é um homem solteiro de 40 anos, engenheiro bem sucedido, que passa a maior parte do seu tempo no estrangeiro devido ao trabalho.

Um problema de coração obriga-o a fazer uma pausa na sua vida agitada. Como vive na capital, a mãe sugere-lhe que vá descansar para o casarão da família, no norte do país, que ele tinha herdado após a morte da avó. Durante a semana que passa no casarão, recorda a infância e a adolescência, as memórias despertam-lhe sentimentos que julgava perdidos, mas que apenas estavam adormecidos dentro de si.

Ao buscar-se a si próprio, revive a história dos seus antepassados e resolve mudar por completo a sua vida. Apaixona-se pela sobrinha do seu melhor amigo, uma mulher de 22 anos, com quem vem a casar.

Ao modificar o seu quotidiano, altera o futuro de todos os que o rodeiam que também se reencontram com o verdadeiro sentido da existência.

Memórias do Olhar e do Sentir

de Maria Mattos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725916384
Editor: Editorial Minerva de Lisboa
Data de Lançamento: maio de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725916384
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Maria Mattos

Maria Mattos tem 44 anos. É mãe de dois filhos, um de 15 e outro de 4 anos. Nasceu em Aveiro, viveu a adolescência e parte da idade adulta em Lisboa. Actualmente vive em Vila Nova de Gaia.
Licenciou-se na Universidade Nova de Lisboa em LLM - Estudos Portugueses e lecciona a disciplina de Português no Ensino Secundário.
A escrita foi sempre uma grande paixão e aos 13 anos já confidenciava ao papel as suas maiores inquietações e memórias.
Desde cedo que tentava perceber o porquê das coisas, sentindo-se sempre atraída pelo que lhe era estranho e longínquo.
Busca, incessantemente, o sentido da vida e tenta ligar entre si as várias experiências que vai vivenciando.
Sente-se impelida a estudar e a conhecer assunto de cariz filosófico e místico.

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