Marabô Obatalá
Editor:
Kotter Editorial, setembro de 2020 ‧
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SINOPSE
No seu livro, Risério apresenta aos leitores excelentes ensaios críticos e traduções de alguns desses poemas cantados. Ricardo Aleixo publicou orikis de sua autoria no livro a roda do mundo. Ricardo Corona, Fabiano Calixto e Frederico Barbosa também escreveram bons orikis. Minha pesquisa nesse campo procura manter elementos do oriki tradicional — os nomes e epítetos dos orixás, pequenas narrativas, provérbios e mitos, incorporando referências à situação do país, que desde 2013 vive sob grave crise política e social, que redundou no golpe de estado de 2016 e no atual regime de exceção.
Todos os poemas que compõem este livro foram escritos entre fevereiro e março de 2015, com exceção do oriki de Orunmilá, redigido em 2006, e os de Oxaguiã, Ikú e Otim, elaborados entre 2016 e 2017. As linhas apresentadas em itálico no interior dos poemas são citações de pontos1 cantados em terreiros de umbanda no Brasil e os textos são apresentados conforme a ordem do xirê cantado no candomblé (adotamos a sequência estabelecida por Pierre Verger no livro Orixás, com poucas variações2).
Minha seleção de 21 orixás incorporou divindades cultuadas nas nações ketu e jejê. No final do volume, apresentamos um glossário com as palavras em iorubá que aparecem nos poemas. A primeira edição desta obra, impressa, saiu em 2015, com o título o livro dos orikis; a nova versão, que o leitor tem agora em mãos, apresenta, além dos novos poemas, a revisão dos mais antigos.
O título adotado nesta versão, Marabô Obatalá, é composto por nomes de Exu e Oxalá, orixás que abrem e fecham as cerimónias de candomblé (Marabô é um nos nomes ou qualidades de Exu, e Obatalá, de Oxalá).
Todos os poemas que compõem este livro foram escritos entre fevereiro e março de 2015, com exceção do oriki de Orunmilá, redigido em 2006, e os de Oxaguiã, Ikú e Otim, elaborados entre 2016 e 2017. As linhas apresentadas em itálico no interior dos poemas são citações de pontos1 cantados em terreiros de umbanda no Brasil e os textos são apresentados conforme a ordem do xirê cantado no candomblé (adotamos a sequência estabelecida por Pierre Verger no livro Orixás, com poucas variações2).
Minha seleção de 21 orixás incorporou divindades cultuadas nas nações ketu e jejê. No final do volume, apresentamos um glossário com as palavras em iorubá que aparecem nos poemas. A primeira edição desta obra, impressa, saiu em 2015, com o título o livro dos orikis; a nova versão, que o leitor tem agora em mãos, apresenta, além dos novos poemas, a revisão dos mais antigos.
O título adotado nesta versão, Marabô Obatalá, é composto por nomes de Exu e Oxalá, orixás que abrem e fecham as cerimónias de candomblé (Marabô é um nos nomes ou qualidades de Exu, e Obatalá, de Oxalá).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9786580103997 |
| Editor: | Kotter Editorial |
| Data de Lançamento: | setembro de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 209 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 74 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9786580103997 |