Manual Modernista para a Modernidade

de Vítor Cunha
Editor: Alêtheia Editores, setembro de 2016 ‧
Está tudo mal. A sociedade nem percebe os graves problemas que tem. É um mistério termos chegado ao século XXI com uma civilização tão quebrada e desprovida de um sentido claro de direcção. É necessário rasgar com o passado. O nosso futuro é inadiável: temos direitos e queremos exigi-los já, todos ao mesmo tempo, incluindo os que se contradizem entre si. Tanto nos indigna a queda de uma ponte como os milhares de pessoas impossibilitadas de viver em felicidade por lhes ser vedado o casamento com árvores. Há gente que se ri de nós, das nossas causas, da nossa vontade em proporcionar-lhes um mundo melhor, quer o queiram, quer não. Ainda vemos a espécie humana como binária, composta por dois géneros. O fascismo bate-nos à porta e atendemos com simpatia.

Precisamos que o Estado resolva os nossos problemas, ora pela força, ora pela mudança de mentalidades que a dispensa. Este manual permite que compreenda os problemas prementes da humanidade para que se torne num Moderno contestatário, capaz de exercer a sua superioridade perante o resto da sociedade rumo à plena igualdade.

Manual Modernista para a Modernidade

de Vítor Cunha

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896228798
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 119 x 170 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Humor
EAN: 9789896228798

SOBRE O AUTOR

Vítor Cunha

Vítor Cunha nasceu em Outubro de 1974, mesmo a tempo de passar todo o PREC a berrar com as dores do nascimento dos primeiros dentes. Licenciou-se em engenharia electrotécnica e foi trabalhar como programador informático no departamento de dicionários de uma grande editora, onde ganhou o gosto por torturar linguistas com neologismos fresquinhos. É blogger no Blasfémias e faz uma perninha n'O Insurgente como pseudo-artista e pseudo-crítico de pseudo-arte. Pai de dois, proprietário de um pequeno pomar, ambiciona chegar ao Outono da carreira de cronista reconhecido como o Vasco Pulido Valente da sua geração.

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