Maigret & Um Crime na Holanda

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, setembro de 2005 ‧
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Maigret chega à típica e respeitável vila de Delfzjil, na Holanda, para investigar a morte do professor Conrad Popinga. De imediato, é-lhe apresentada uma planta da casa da vítima, bem como duas pistas: um boné de marinheiro numa banheira e a ponta de um charuto no tapete da sala de jantar. Os suspeitos: uma jovem atiradiça, filha de um agricultor; uma advogada irada; um armador gatuno; um cadete assustado; e um criminologista presunçoso na posse de uma arma. Por seu lado, Maigret está preocupado com um trilho suspeito iluminado por um farol, que o faz pensar se este não será o género de lugar onde os amantes secretos poderão ser surpreendidos…
Em O Crime na Holanda, Simenon conta-nos a história de pessoas, com os seus apetites, que estão encerradas, até não aguentarem mais, no colete-de-forças da respeitabilidade de uma pequena vila.

Maigret & Um Crime na Holanda

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724144054
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: setembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 215 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724144054
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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