Maigret & Pietr, o Letão

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, abril de 2004 ‧
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Após ter sido alertado pela Interpol para a iminente chegada de Pietr, o Letão, um criminoso internacional, Maigret vai esperar o comboio que o trará à Gare du Nord, tendo em seu poder apenas uma descrição detalhada do indivíduo. Reconhece-o com facilidade, é certo, mas a descoberta quase imediata de um cadáver no comboio vai baralhar o inspector: é que o morto também corresponde fielmente à descrição do criminoso! Os golpes de teatro sucedem-se: Pietr parece estar em mais de um sítio ao mesmo tempo, dos mais selectos e elegantes ambientes aos antros mais miseráveis. Não havendo uma explicação aparente para a maior parte dos movimentos do criminoso, estaremos perante um caso de dupla personalidade?

Publicado em 1931, Pietr, o Letão foi o primeiro “Maigret” escrito por Georges Simenon.

Maigret & Pietr, o Letão

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724135922
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 216 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724135922
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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