Maigret e os Velhos

de Georges Simenon
Editor: Livros do Brasil, abril de 1999 ‧
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Tudo começa com uma curiosa chamada telefónica recebida do Quai des Orfèvres, embora não fosse do próprio ministro mas do seu cehef de gabinete, o qual não se cansara de falar em prudência e discrição. Maigret ficou, assim, a saber que acabavam de descobrir morto no seu apartamento um antigo embaixador - o conde Armand de Saint-Hilaire -, que andava a escrever as Memórias. Agora com 77 anos, vivia com a governanta, mas há meio século estivera noivo de Isabelle que, por um casamento de conviniência, se tornara princesa de V... Assim, o amor adiado parecia poder finalmente concretizar-se, não fora a morte do conde. Apesar de não se sentir muito à vontade neste mundo de velhos aristocratas, o comissário Maigret depressa descobriu que nem o roubo nem a política tinham algo a ver com a morte do antigo embaixador.

Maigret e os Velhos

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723817423
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 160 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789723817423
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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