Maigret & Os Flamengos

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, abril de 2006 ‧
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Maigret aceita, a título individual, ajudar a família Peeters a sair da situação complicada em que se encontra. É a jovem Anna Peeters quem pede a colaboração do comissário e o põe a par dos acontecimentos: toda a vila de Givet acusa os Peeters, os “Flamengos” - comerciantes abastados mas detestados -, de serem os responsáveis pelo desaparecimento de Germaine Piedboeuf, a filha de um guarda-nocturno. As primeiras investigações de Maigret são inconclusivas. De facto, nada parece incriminar a orgulhosa família Peeters. Mas a descoberta do corpo de Germaine, com o crânio esmagado a golpes de martelo, e o testemunho de um marinheiro, que afirma ter visto certa noite os acusados atirar um objecto suspeito ao canal, dão nova urgência à acção do comissário.

Maigret & Os Flamengos

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724146416
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 215 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724146416
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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