Maigret & O Negociante de Vinhos

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, março de 2009 ‧
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O negociante de vinhos mais bem-sucedido de Paris, Oscar Chabut, é encontrado morto. Oscar foi alvejado à porta de um elegante palacete, onde clientes discretos alugam quartos para tratarem de assuntos - também eles - discretos. Todos os indícios parecem apontar para um crime passional. Mas Maigret fica surpreendido ao deparar-se com uma curiosa ausência de dor na família e amigos da vítima. Uma investigação mais apurada da vida e dos hábitos de Oscar Chabut revela alguns traços desagradáveis na sua personalidade. E o móbil do criminoso pode não ser o mais óbvio… Maigret & O Negociante de Vinhos (Maigret et le marchand de vin) foi publicado em 1970, tendo sido adaptado para a televisão.

Maigret & O Negociante de Vinhos

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892303208
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: março de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 213 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789892303208

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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