Maigret & O Louco de Bergerac

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, novembro de 2006 ‧
Com madame Maigret na Alsácia durante quinze dias, o comissário Maigret decide ir à Dordogne visitar o seu velho amigo Leduc e, na mesma viagem, passar em Bordéus e tratar de alguns assuntos. Quando vê o misterioso homem com quem divide o compartimento saltar do comboio em andamento, Maigret, instintivamente, faz o mesmo. Não esperava, no entanto, que ele o baleasse. O comissário ainda consegue chegar a uma quinta, mas quando acorda vê que se encontra num hospital em Bergerac, onde se assume que ele é o Louco de Bergerac, que já estrangulou duas mulheres. Leduc vem então em seu auxílio, mas Maigret terá de permanecer em convalescença durante duas semanas e prosseguir a investigação a partir da sua cama, acreditando que um dos seus visitantes é o assassino....

Maigret & O Louco de Bergerac

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724149059
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: novembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 215 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724149059

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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