Maigret & O Cão Amarelo

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, novembro de 2005 ‧
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O comissário Maigret é chamado a Concarneau numa sexta-feira à noite para investigar a tentativa de assassinato de Mostaguen, o principal negociante de vinhos da região. No dia seguinte, à hora dos aperitivos, alguém tenta envenenar Jean Servières, um dos notáveis da cidade, pondo estricnina na sua bebida. No domingo, o carro de Servières é encontrado vazio e manchado de sangue. Três acontecimentos dramáticos em três dias, e em cada um deles esteve presente um misterioso cão amarelo. Para desespero do seu impetuoso colega, Maigret aplica os seus próprios métodos de investigação, não necessariamente os mais avançados da época, mas terrivelmente eficazes.
O Cão Amarelo (Le chien jeune) foi publicado em 1931, tendo sido adaptado para televisão e cinema.
Para saber mais sobre Georges Simenon e a sua obra, pode consultar o site do Le Centre d’Études Georges Simenon et le Fonds Simenon de l’Université de Liége em www.ulg.ac.be/libnet/simenon.htm ou então o site www.toutsimenon.com.

Maigret & O Cão Amarelo

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724144429
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: novembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 213 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724144429
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Excelente

Miguel da Costa

A mestria de Simenon plasmada num livrinho de leitura atractiva e irresistível. A não perder esta pequena amostra de um génio do género policial. Recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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