Maigret & A Amiga de Madame Maigret

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, agosto de 2008 ‧
Um bilhete anónimo, um mandado de busca, a descoberta de dentes humanos… Maigret não hesita em prender Steuvels, o encadernador belga da rue de Turenne. Mas quem foi morto? E porquê? A imprensa ocupa-se do caso, e Liotard, o jovem advogado de Steuvels, aproveita a publicidade. A investigação parece não conduzir a lado nenhum.
Paralelamente, madame Maigret dirige-se ao dentista quando é interpelada por uma jovem italiana que lhe pede para tomar conta do filho de dois anos por um instante, desaparecendo em seguida.
Surpreendentemente, vai ser madame Maigret a mudar o curso dos acontecimentos ao pôr o marido na pista certa. Uma pista tortuosa que o conduz à verdade.

"Mestre dos profundos, Simenon tinha um estilo de grande simplicidade. Era um escritor tanto à vontade na realidade como na ficção, com a paixão e com a razão. Acima de tudo, ele respirava aquela confiança que os leitores reservam aos romancistas que veneram."
John Le Carré

É para mim um grande escritor. Ele tem sobretudo o génio absoluto da evocação. Já li tudo do Simenon e tenho por ele uma imensa admiração. Como Tchekhov, ele é o apogeu do humanismo."
Erik Orsenna

"Ele é o maior de todos… o mais verdadeiro romancista que tivemos na literatura."
André Gide

Maigret & A Amiga de Madame Maigret

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892302706
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: agosto de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 213 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Georges Simenon
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789892302706

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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