La Confesión De Una Joven

de Marcel Proust
idioma: espanhol
Editor: VALDEMAR, julho de 2013 ‧
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Dos relatos sorprendentes enmarcan La confesión de una joven y otros cuentos de noche y crimen. El que presta título al volumen es la confesión hecha, poco antes de morir, por una joven que se suicida tras una compleja relación filial con su madre y fue fruto de la imaginación, en 1896, del joven Proust. En cambio, Sentimientos filiales de un parricida, que cierra el volumen, es un reportaje periodístico. Once años más tarde la realidad copiaba a la ficción: en 1907, Proust se entera por una noticia aparecida en la prensa de que un joven de la alta sociedad, con el que mantenía correspondencia, acaba de asesinar a su madre y luego, tras mutilarse de forma horrible, se había suicidado. Antes de la noche, Violante o La mundanidad y el final de los celos giran sobre esos mismos elementos: noche, traiciones a sí mismo, muertes, suicidios morales...

La Confesión De Una Joven

de Marcel Proust

Propriedade Descrição
ISBN: 9788477027492
Editor: VALDEMAR
Data de Lançamento: julho de 2013
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788477027492

SOBRE O AUTOR

Marcel Proust

Romancista e crítico francês, nasceu a 10 de julho de 1871 em Auteuil, perto de Paris, e morreu a 18 de novembro de 1922, na capital francesa. Era uma criança débil e asmática mas também com uma inteligência e uma sensibilidade precoces. Até aos 35 anos movimentou-se nos círculos da sociedade parisiense. Depois da morte dos pais isolou-se no seu apartamento de Paris, onde se entregou profundamente à composição da obra-prima, A la recherche du temps perdu (Em Busca do tempo Perdido, 1914-27). Este imenso romance autobiográfico consta de sete volumes em que expressa as suas memórias através dos caminhos do subconsciente, e é também uma preciosa reflexão da vida em França nos finais do século XIX. A obra é como a sua vida: o reencontro de duas épocas, a tradição clássica e a modernidade. Proust é considerado o precursor do romance contemporâneo.
Marcel Proust licenciou-se em Direito (1893) e Literatura (1895). Durante os anos de estudo foi influenciado pelos filósofos Henri Bergson, seu tio, e Paul Desjardins e pelo historiador Albert Sorel. Em 1896 publicou les Plaisirs et les jours uma coleção de versos e contos de grande valor e profundidade, muitos dos quais saíram nas revistas le Banquet e la Revue Blanche. A revista le Banquet (1892) foi fundada pelo próprio Marcel Proust em conjunto com amigos. É nesta altura que publica os seus primeiros trabalhos literários e biografias de pintores. Faz traduções de Ruskin, ensaia o relato romanesco da sua trajetória espiritual compondo Jean Santeuil, obra que fará silenciar por lhe parecer apressada e demasiado próxima do seu diário.
A morte do pai (1903), da mãe (1905) e de um grande amigo, empurraram-no para a solidão, mas permanece financeiramente independente e livre para escrever. É através da reflexão que desenvolve a obra Contre Sainte-Beuve, composta em 1907, aproxima-se já do grande livro A la recherche du temps perdu. Em 1909 priva-se de toda a vida social e quase de toda a espécie de comunicação. Em 1912 foram publicados no jornal "le Figaro" os primeiros extratos da obra. Proust cria um trabalho grandioso, escrito na primeira pessoa. Exceção na narrativa, Un Amour de Swann é a história de uma época. O mundo exterior e o mundo interior são originalmente identificados. Viajando no tempo, problematiza a modernidade e a existência maquinal a que ela nos condenou. É um trabalho realizado no reencontro de uma vida perdida e que se prolonga, por outro lado, numa metafísica sugerida, como é o caso do episódio da chávena de chá em que Proust nos quer transmitir que a realidade autêntica vive no nosso inconsciente e só uma viagem involuntária pela memória nos leva ao contacto com ela. A la recherche du temps perdu é uma história alegórica da sua vida, de onde são retirados os acontecimentos e os lugares. O autor projeta a sua própria homossexualidade nas personagens considerando-a, bem como a vaidade, o snobismo e a crueldade, o maior símbolo do pecado original.
Proust é considerado precursor da nova crítica e fundador da crítica temática. Publicou ainda em 1919 Pastiches et mélanges.

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