Judas e o Evangelho de Jesus

de Tom Wright

editor: Loyola, junho de 2008
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O 'Evangelho de Judas' foi descoberto na década de 1970 e levou quase 30 anos para se tornar de domínio público e objeto de análise crítica. Tom Wright, estudioso da Bíblia e Bispo de Durham, interroga o que esse evangelho nos diz sobre o gnosticismo antigo e o entusiasmo moderno de se voltar a ele.

Judas e o Evangelho de Jesus

de Tom Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9788515035595
Editor: Loyola
Data de Lançamento: junho de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 210 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Religião e Moral > Estudos Bíblicos
EAN: 9788515035595
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O " 'Pseudo-Evangelho' de (‘segundo’) Judas" ou O Evangelho de Jesus de Nazaré ..?!?...

Pedro Borges (BRAGANÇA).

Existe, até certo ponto, na minha opinião, um certo trocadilho, propositado ou não – não sei, com o título do livro “Judas e o Evangelho de Jesus” e que podia ser - e como na obra é mencionado precisamente o evangelho apócrifo designado e/ou conhecido por “Evangelho de Judas”, penso eu, também, ser até mais acertado um título do género, “Jesus e o ‘suposto’ ‘Evangelho de Judas’ “…! Já tinha adquirido e lido, anteriormente – e, após, um efusivo e sensacionalista lançamento, na altura, o livro “O Evangelho de Judas”, baseado na descoberta ocorrida nos anos 70 e com uma divulgação, junto do domínio do grande público, muito mais tardia, supostamente, de um manuscrito/códice daquele que é tido como mais um dos, assim designados ‘Evangelhos Apócrifos’ (tidos como tardios e não inspirados, assim sendo não ‘aceites’ pelo cânone oficial; isto é, trata-se digamos, se assim o podemos designar, de uma ‘listagem’/uma série de escritos - e que são, comumente acessíveis a qualquer interessado nestas temáticas, conhecidos e estão, naturalmente, editados e/ou, conforme os casos, mais ou menos divulgados nos nossos dias inúmeros desses ‘documentos’, atente-se! De escritos/manuscritos tardios disseminados, especialmente, durante o surgimento e expansão, difusão do Cristianismo, essencialmente, também pelo espaço geográfico delimitado pelas, então, fronteiras constituintes do vasto Império Romano e, de redacção/autoria digamos, duvidosa ou tida como ‘falsa’ e/ou forjada, em certa medida – carecendo então assim daquilo que se designa também, de ‘autoridade’ apostólica, não sendo, portanto aceites ou tidos como verdadeiros, esse mesmo corpo de escritos em concreto, nem incluídos no cânone cristão, entretanto também estabelecido - e, portanto, fixado, como verdadeiro e/ou inspirado na sua revelação ao(s) seu(s) respectivo(s) autor(es)/redactor(es), também chamados e designados na generalidade, concretamente como hagiógrafos, isto é, aquele que escreve (num determinado contexto histórico, cultural, sociológico, etc.), algo que é tido como inspirado, na sua essência, por revelação Divina; o mesmo que dizer, um escritor ou autor sagrado, como acontece com os quatro evangelistas canónicos (no seu género/estilo literário específico, singular, caso único!, - esse mesmo género, estilo e que se encontra, dentro da Literatura universal!, e, claro está, naturalmente, património de toda a Humanidade...), mas, dizia’eu, os mesmos Evangelhos canónicos, isto é, aceites, admitidos, tidos e reconhecidos como autênticos e verdadeiros, na autenticidade da sua génese, autoria, conteúdo ou teor, como sendo, realmente, de inspiração divina. Temos como exemplo, então, os comumente conhecidos, como os quatro evangelistas, canonicamente aceites e reconhecidos como fidedignos, autênticos, enfim, como verdadeiros. Ei-los! São eles: (Evangelho(s) de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo…), São Mateus, S. Marcos, São Lucas e S.João, respectivamente, tidos como (os) autores autênticos, genuínos, verdadeiros – e, atenção, bastante próximos mesmo, relativamente ou realmente, dos acontecimentos, factos ocorridos e que, nos mesmos, são narrados ou pelo menos com a sua influência - e com o peso ou valor da sua autoridade apostólica inerente, isto é, através do seu cunho pessoal e/ou círculo mais ou menos próximo, em relação às comunidades a que cada um é devia ou era suposto ser dirigido, fechando-se, logo muito cedo, o ciclo digamos e que integram, constituem e fazem parte, a unidade ou corpo que hoje conhecemos dos quatro evangelhos canónico, como acima referi, integrando o cânone cristão da Bíblia Sagrada, concretamente, incluídos no, também, corpo específico que todos conhecemos pelo/por “Novo Testamento”, o mesmo, complementando-se e estando, naturalmente, ligado à Antiga Aliança, designada, também, por Velho Testamento, mais conhecido, comumente, por “Antigo Testamento” e que, no seu conjunto, constituem em certa medida uma unidade, como também atrás referi, constituída e constituinte, também, na nossa tradição ocidental – integrado no chamado ‘cânone ocidental’, a raiz, a base e o(s) alicerce(s), no fundo, a matriz e um dos lastros da nossa cultura e tradição judaico-cristã. Refiro-me, obviamente, ao livro mais editado e traduzido da História humana: a nossa, digamos actual, “Bíblia Sagrada”, sendo e apresentando-nos, desta forma, no fundo, uma colectânea ou colecção de vários livros, de vários géneros, registos, literários. Regressando ao cerne deste meu comentário - e que a “WOOK” (nos) proporciona e nos dá, a oportunidade, para tal, é um facto, e que se quer, a meu ver, claro, conciso e objectivo, sendo, no entanto, este meu ‘subsídio’ digamos assim, a apontar, precisamente, em sentido contrário’ pois, o mesmo, isto é, o meu comentário já vai, deveras, longo mas, tal facto, ‘será’ (!?) já um ‘defeito’ meu, para variar’, digo eu..!... :-) A finalizar, então, e em ‘sinopse’: Gostei bastante e apreciei, também, imenso este mesmo livro, realmente interessante na minha opinião, e aqui em questão (há que lhe fazer jus e tinha, naturalmente, de mencioná-lo aqui, também...!) e, por isso, por mim aqui comentado numa perspectiva apenas, meramente, pessoal ou particular, claro, e, naturalmente, como é óbvio! Por isso a avaliação efectuada e que me foi dada a possibilidade, a oportunidade de concretizar, subjectiva sempre e como é normal, mas que assumo e como consta, então, nas estrelas (5*) atribuídas e que estão registadas também neste meu ‘comentário’ e que nos é, então, também, proporcionado efectuar(mos), como atrás referi!... É, também um facto que, não concordando, aqui e além, pontualmente, num ou noutro ponto das e nas perspectivas, abordagens, apresentadas no livro e que estão - aliás sempre - fundamentadas e que, o ilustre autor, nos apresenta e explicita nesta obra e que são, naturalmente, as preconizadas no âmago, enfim, do próprio livro.. (questões de mero pormenor, reitero-o, por exemplo na aproximação ou na abordagem e interligação que o mesmo autor realiza, assim, dessa forma, na sua incursão em relação ao gnosticismo ou à conhecida como corrente gnóstica e que é, também, preconizada e serve de fundamento aos e, em muitos dos casos, também, como suporte à elaboração, vulgo, redacção, dos designados e acima já citados, evangelhos apócrifos, como o (Pseudo - a palavra/termo, aqui empregue e que utilizei, é minha, não pertencente à designação, digamos, tida como ‘oficial’…) “Evangelho de Judas” que, no meu ponto de vista, ao ser mais que uma doutrina ou tendência/perspectiva teológica, na altura, aquando do seu surgimento e difusão, dentro de algumas comunidades cristãs primitivas, em particular, trata-se, enfim, de uma digamos filosofia mais ou menos ‘exótica’, a meu ver; acima de tudo, centrada em aspectos mais ‘esotéricos’ mais ou menos extravagantes, discutíveis, ‘perdendo-se’ - não o autor!, atenção, mas sim (essa)a corrente gnóstica, deriva baseada, precisamente, no significado e em tudo aquilo que representa o conceito de ‘gnose’, num mundo, contexto convulso, dos primeiros tempos do cristianismo nascente, digamos, nos e dos seus primórdios, perdendo-se e perdendo, dizia, o mesmo que dizer, deixando de lado a indispensável e incontornável!, dimensão humana, ou seja da, chamemos-lhe assim, se tal me é permitido,, ‘humanidade ‘da’ e ‘na’ Fé’!, fulcral, central, omnipresente e fio condutor, imo, ‘âmago’ de toda a mensagem e dimensão - (aliás, sempre actual!), mensagem evangélica!, vertida, assim, nos quatro evangelhos canónicos e que é, sempre, o mote do anúncio – sempre novo e renovado, daquele que é, julgo eu, ser o verdadeiro ensino, realmente, do que é, (d)a doutrina pregada e difundida por Cristo, JESUS DE NAZARÉ, e o testemunho assumido, corporizado, posteriormente, por todo e em todo o labor apostólico e fervor, entregue e colocado, nas mãos, dos seus primeiros Apóstolos e discípulos, e todos os seus seguidores, nessa e dessa etapa inicial e claro, também, desde logo, por todos os que os seguiram e/ou lhes sucederam, ao longo de vinte séculos – bimilenar, portanto, e sim, que testemunharam e transmitiram, até aos nossos dias, a mesma Fé Cristã, com luzes e ‘sombras’ pelo meio, por vezes e é um facto, dentre as maiores vicissitudes e, infelizmente, contradições, erros, desvios, distorções, interesses dos mais diversos géneros, das mais diversas índoles, de todos os mais diversos/diversificados quadrantes, etc., etc.,..!... Testemunhas vivas de Jesus de Nazaré e da Sua mensagem evangélica, indubitavelmente, entregues, em plenitude e em absoluto, a Jesus e à difusão da sua doutrina do Seu Evangelho, ou seja, dessa mesma sua Fé - a Boa nova ou Evangelho (e é o significado, desta mesma palavra de origem grega “Evangelho – ‘euangelion’ em grego, o mesmo que dizer = ‘Boa Nova”!) dirigida a todos, de todos os tempos em todos os lugares, nessa esperança cristã, confiante e certa, um dia, num (no)devir em boa convivência e paz, entre todos, desta ‘grande Família’ que é, de facto…!.., a grande família humana, enfim, o mesmo que dizer, mais feliz. E, esperança ‘(d)um’ futuro – SIM!, que pertence e a que tem direito, ‘(d)esta mesma’ Humanidade na(s) ‘pegada(s) impressa(s), da e na sua, aliás, “NOSSA” História!’ e que fica(m), assim, registada(s): um Futuro mais responsável, mais comprometido, num amanhã, nesse devir aprazível, tranquilo, seguro, mais sereno, enfim, mais gratificante, mais esperançoso, isto é, muito mais bonançoso!, para todos e, obviamente, com TODOS!, sem excepção(ões)...!.. . Por fim, e como já conhecia outras obras de Nicholas Thomas Wright noutras línguas, claro, ao deparar-me com esta oportunidade de uma edição em português – e, desde já os meus parabéns, o meu tributo e o meu obrigado, que aqui deixo e que fica, então, registado desta forma, dizia’eu, também à editora, naturalmente, que bem – e tão bem o concretizou!; não hesitei, mesmo, pois, no fundo - e até para aprofundarmos e enriquecermos mais e mais o(s) nosso(s) conhecimento(s), isto é, para aprendermos (ainda) e sempre mais!, julgo eu (e que vale sempre a pena, acreditem!). Em suma é, para mim, uma excelente obra, aí, ao nosso dispor e a um preço julgo, ser, também, muito apelativo! Para mim - e vale o que vale esta minha opinião mas, é o que penso, realmente, uma espantosa’, sim, esta relação óptima a meu ver de ‘qualidade apresentada versus preço proposto’ de, e numa, edição cuidada, sem quaisquer dúvidas. Basta começar(mos) pelo arranjo gráfico e veja-se só, a título de exemplo, a própria capa deste livro e que é, também na minha opinião, belíssima, mesmo, muito bem conseguida, indubitavelmente, muito cativante e que é, verdadeiramente, encantadora, para mim e para a minha sensibilidade individual, claro, e em particular; ao representar(-nos) magnificamente veja-se um, (esse), o momento grave, emotivamente, ‘cimeiro’, culminante do conhecido episódio e, em parte, celebérrimo e celebrizado também, como ‘beijo da traição’ por parte do discípulo naquela hora, grave como disse, instante alto, supremo, neste(s) passo(s), da Paixão do Senhor! Pedro J Borges A. P. de M. (BRAGANÇA)

Tom Wright

N. T. Wright é um dos mais conhecidos e respeitados estudiosos do Novo Testamento. Bispo anglicano em Durham, na Inglaterra, foi professor nas universidades de Cambridge e de Oxford e é professor convidado em universidades de prestígio, como a Harvard Divinity School, nos Estados Unidos, a Universidade Hebraica de Jerusalém e a Universidade Gregoriana em Roma.
É o regente da cadeira Novo Testamento e Cristianismo na School of Divinity da Universidade de St. Andrews. Autor muito prestigiado e popular, Tom Wright tem mais de 40 livros publicados e escreve num estilo contagiante, levando muitos críticos literários a designá-lo como o novo C.S. Lewis. É cronista em vários jornais, incluindo The Times, The Independent e The Guardian.

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