Jacques e o Seu Amo

de Milan Kundera
Editor: Edições Asa, novembro de 2006 ‧
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Em 1972, o jovem encenador francês Georges Werler encontrou-se com Milan Kundera em Praga e trouxe clandestinamente para Paris o manuscrito de Jacques e o seu Amo. Kundera havia escrito a peça após a invasão russa, quando toda a sua obra, passada e futura, fôra, riscada das letras checas.
Foi o seu velho amor por Jacques le Fataliste que inspirou a Kundera este "divertimento no tempo da peste", esta libérrima "Variação sobre Diderot". A peça nada tem de lição filosófica; o que nela se exalta é o prazer da invenção, o humor e o racionalismo lúdico de Diderot, a sua extraordinária liberdade formal que, segundo Kundera, jamais encontrou paralelo na evolução da história do romance.
Na época em que Praga viveu o seu "fim do Ocidente", Kundera saboreou essa estonteante liberdade de Diderot como quem saboreia um valor condenado e sem futuro. Hoje, quase trinta anos depois, Jacques e o seu Amo permanece como uma espantosa peça literária, à altura dos melhores romances do seu autor.

Jacques e o Seu Amo

de Milan Kundera

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724144764
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: novembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 215 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pequenos Prazeres
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724144764

SOBRE O AUTOR

Milan Kundera

Milan Kundera (Brno, 1 de abril de 1929 – Paris, 11 de julho de 2023). Em 1975 fixou residência em Paris, tendo, em 1981, adotado a nacionalidade francesa. Autor de uma vasta obra, que abrange o romance, o ensaio e a poesia, é considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A Insustentável Leveza do Ser é a sua obra mais aclamada pelos leitores e pela crítica, e em muito contribuiu para o tornar num autor reconhecido internacionalmente. Entre outros, foram atribuídos a Milan Kundera o Prémio Médicis (1973), o Prémio Mondello (1978), o Prémio Common Wealth (1981), o Prémio Jerusalém (1985) e o Prémio Independent de Literatura Estrangeira (1991).

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