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Infância

de Máximo Gorki
Editor: Manufactura, fevereiro de 2022 ‧
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A voz de Gorki, nesta obra que fez dele o pai da literatura russa, é o rugido de um leão, o estrondo de um trovão. No centro da sua narrativa está o grito dilacerante de uma alma sincera, mas sofredora, que viu a brutalidade da vida em todos os seus horrores e que agora partilha as suas experiências com o mundo, com um charme inigualável e a coragem de um gigante.

Um formidável testemunho, autobiográfico e pleno de realismo, sobre a vida tenebrosa dos seus compatriotas. Nas suas palavras (1914): "esse ambiente estreito e sufocante, em que vivia e ainda hoje vive o povo russo (…); esses episódios horríveis que mostram bem a selvajaria dos costumes russos".

Mas também, a história encantadora dos que aprendem a defender-se para sobreviver, dos que encontram felicidade e generosidade na amargura, dos que mantêm a esperança numa vida mais bela e mais humana…

Infância

de Máximo Gorki

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725594384
Editor: Manufactura
Data de Lançamento: fevereiro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 221 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 252
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725594384

SOBRE O AUTOR

Máximo Gorki

Maksim Gorki, pseudónimo de Aleksei Maksimovich Peshkov, nasceu em Nizliny-Novgorod a 28 de março de 1868. Após uma infância repleta de dificuldades, exerce os mais variados mesteres, desde moço de recados a moço de cozinha num barco. Em outubro de 1889 é preso pela primeira vez, apenas por três dias. Em abril de 1891, enceta a sua primeira jornada a pé através da Rússia, que se prolonga até outubro do ano seguinte. Durante esta viagem escreve o seu primeiro conto, Makar Chudra. Em agosto de 1896, casa-se com Yekaterina Pavlovna Vozhina e dois meses depois adoece de tuberculose, mas, mesmo assim, não deixa de trabalhar. Em 1897 saem os seus dois primeiros volumes de contos. Em maio de 1898 é de novo preso, em Nizlny-Novgorod. Em fins de setembro de 1899, visita pela primeira vez Sampetersburgo. Em janeiro de 1900 tem o seu primeiro encontro com Tolstoi, e em 17 de abril de 1901 é mais uma vez preso. Em 25 de maio de 1902, é eleito sócio honorário da Academia de Letras, eleição que Nicolau II consegue que seja revogada. Em 1905, encontra-se pela primeira vez com Lenine, é novamente preso, em Riga, e segue então para o exílio, chegando aos Estados Unidos a 28 de maio de 1906, depois de uma breve passagem pela Europa. Em outubro deste mesmo ano chega a Capai. Em 1907 assiste, em Londres, ao 5.º Congresso do Partido Trabalhista Social-Democrata Russo. A 31 de dezembro de 1913 regressa a Sampetersburgo, beneficiando de amnistia, Em 1931 instala-se definitivamente em Moscovo, donde apenas sai para passar o inverno de 1935/6 na Crimeia, regressando em maio. Morre a 18 de junho de 1936.

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