Inês Armand - O Grande Amor de Lenine

de Ritanna Armeni
Editor: Verso de Kapa, outubro de 2017 ‧
Inês Armand nasceu em Paris, em 1879, filha de pais artistas. Cresceu a falar francês e inglês, a língua materna de sua mãe. Após a morte do pai, aos cinco anos, mudou-se para a Rússia onde foi educada por uma avó e uma tia, ambas professoras. Aos 14 anos já falava quatro línguas, russo, inglês, francês e alemão, e era uma excelente pianista. Tornou-se uma mulher atraente e apaixonante, uma importante figura do movimento comunista pré-revolucionário e ativista na luta pela defesa dos direitos das mulheres e da sua emancipação.

Casou aos 19 anos com o seu primeiro marido. De dois relacionamentos teve cinco filhos mas largou tudo para se dedicar de corpo e alma à Revolução Russa e às causas feministas. Regressou a Paris, em 1908, onde conhece Lenine. Apaixonam-se e mantêm uma relação longa que só se veio a conhecer depois da divulgação parcial dos arquivos soviéticos ocorrida na década de 1990. Inês era uma das mulheres mais cultas do seu tempo, talento que Lenine muito valorizava. Confiou nela mais do que em qualquer outra pessoa do seu círculo passando a ser o seu braço direito.

Apesar de alguns aspetos da vida de Inês permanecerem ainda hoje obscuros, este livro apresenta-se como uma importante contribuição para a compreensão deste capítulo da história russa e da vida desta mulher fascinante. Inês Armand morreu de cólera, em 1920, aos 46 anos. O seu corpo foi sepultado na Necrópole do Muro do Kremlin, na Praça Vermelha, em Moscovo, tendo sido a primeira mulher a receber essa honra.

Inês Armand - O Grande Amor de Lenine

de Ritanna Armeni

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898816726
Editor: Verso de Kapa
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 236 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789898816726

SOBRE O AUTOR

Ritanna Armeni

Jornalista e escritora, trabalhou para o Manifesto e para a Unitá. Atualmente escreve para o Osservatore Romano, Il Foglio e a Rocca. Entre outros trabalhos, publicou La colpa delle donne (The Women’s Sin) 2006; Parola di donna (Woman’s Word) 2011.

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