Histórias sem Data

de Machado de Assis

idioma: português do brasil, português
editor: Diversos, maio de 2006
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As 'Histórias sem data' reúnem 18 contos do melhor Machado. Publicado em 1884, três anos apenas depois das Memórias póstumas de Brás Cubas e quando o autor provavelmente já ideava o Quincas Borba, este quarto livro de contos tem todos os ingredientes que fazem de Machado de Assis o nosso contista modelar. Desde os chamados 'perfis femininos' até sondagens mais profundas da alma humana, em que investiga, recorrentemente, a diferença entre a 'alma exterior' e a 'alma interior', como já definira o narrador Jacobina, de 'O Espelho' (Papéis avulsos, 1882), passamos por histórias de loucura, esse tema tão caro a Machado, e somos levados, pela mão dos diferentes narradores, a passear pelas ruas e bairros de um Rio de Janeiro que não existe mais na realidade e, no entanto, viceja nas páginas de seu escritor maior.

Histórias sem Data

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788533621510
Editor: Diversos
Data de Lançamento: maio de 2006
Idioma: Português do Brasil, Português
Dimensões: 126 x 186 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 253
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9788533621510
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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