História dos Portugueses na Etiópia (1490-1640)
Editor:
Campo das Letras, novembro de 2008 ‧
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SINOPSE
Desde o longínquo século XII que os europeus procuravam o mítico reino do Preste João. Talvez nunca o tenham encontrado, mas o certo é que a documentação portuguesa dos séculos XV, XVI e XVII sempre se referiu à Etiópia como o chamado reino do Preste João.
Este sonho foi sempre acarinhado e mitificado desde o início da expansão portuguesa. A ele se referiram o Infante D. Henrique e o Infante D. Pedro. A ele se dedicou D. João II. Por ele se esforçou D. Manuel. Por ele trabalhou D. João III. Só D. Sebastião se dedicou a outros sonhos, em detrimento do que pensavam os seus antecessores.
A expansão portuguesa ia revelando um novo mundo que cada vez se agigantava mais, acentuando as nossas fraquezas e debilidades. Portugal não tinha qualquer possibilidade de dominar ou de controlar a maior parte das regiões que conheceu.
Também a Etiópia estava demasiado longe e era pouco acessível. O Preste João foi um mito que do século XII ao século XVII se foi dissipando. Neste processo foi acompanhado por uma Etiópia que também foi mito e esperança, para acabar em desilusão e isolamento. Quando os mitos se materializam nem sempre tomam a forma que mais desejaríamos. Ou então, o mito vale por si próprio. Quando se dissipa, perde o encanto. Talvez porque a beleza de um mito é sempre superior à da realidade.
Este sonho foi sempre acarinhado e mitificado desde o início da expansão portuguesa. A ele se referiram o Infante D. Henrique e o Infante D. Pedro. A ele se dedicou D. João II. Por ele se esforçou D. Manuel. Por ele trabalhou D. João III. Só D. Sebastião se dedicou a outros sonhos, em detrimento do que pensavam os seus antecessores.
A expansão portuguesa ia revelando um novo mundo que cada vez se agigantava mais, acentuando as nossas fraquezas e debilidades. Portugal não tinha qualquer possibilidade de dominar ou de controlar a maior parte das regiões que conheceu.
Também a Etiópia estava demasiado longe e era pouco acessível. O Preste João foi um mito que do século XII ao século XVII se foi dissipando. Neste processo foi acompanhado por uma Etiópia que também foi mito e esperança, para acabar em desilusão e isolamento. Quando os mitos se materializam nem sempre tomam a forma que mais desejaríamos. Ou então, o mito vale por si próprio. Quando se dissipa, perde o encanto. Talvez porque a beleza de um mito é sempre superior à da realidade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896253264 |
| Editor: | Campo das Letras |
| Data de Lançamento: | novembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 233 x 154 x 34 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 604 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Campo da História |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História da África
Livros em Português > História > História de Portugal |
| EAN: | 9789896253264 |
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