Foi Assim

Da luta contra o Estado Novo à rutura com o comunismo

de Zita Seabra
Editor: Alêtheia Editores, abril de 2024 ‧
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Prestes a celebrar os 50 anos do 25 de abril, a Alêtheia reedita as memórias da clandestinidade à rutura com Álvaro Cunhal e expulsão do PCP de Zita Seabra. Um testemunho impressionante da história recente portuguesa agora reeditado na Coleção +Liberdade (uma parceria com o Instituto Mais Liberdade), para permitir o seu conhecimento às novas gerações e fazê-las ver a importância de lutar pela liberdade.

Dezasseis anos após a publicação da primeira edição das suas memórias (2007), Zita Seabra acrescenta a esta edição um texto com a sua visão atual sobre a luta contra o Estado Novo e a alegria com que viveu o dia 25 de abril de 1974.

«Um testemunho impressionante da luta contra o Estado Novo e, simultaneamente, de uma evolução pessoal e intelectual que poucos teriam tido a elevação de admitir.»
Carlos Guimarães Pinto

«Um testemunho verdadeiro e impressionante.»
Mário Soares

«Zita Seabra é como a França para Tocqueville: pode ser, à vez, objecto de admiração, de ódio, de piedade e de terror, mas nunca de indiferença.»
Carlos Gaspar

«Foi Assim é o livro que faltava para perceber a grande tragédia do comunismo português.»
Vasco Pulido Valente

Foi Assim

Da luta contra o Estado Novo à rutura com o comunismo

de Zita Seabra

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899176126
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 239 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 468
Tipo de produto: Livro
Coleção: +Liberdade
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789899176126

SOBRE O AUTOR

Zita Seabra

Zita Seabra nasceu em 1949. Foi deputada à Assembleia da República de 1975 a 1988, coordenou o Secretariado Nacional para o Audiovisual em 1993, ano em que assumiu a presidência do Instituto Português de Cinema. De 1994 a 1995, foi presidente do Instituto Português da Arte Cinematográfica e Audiovisual. É editora e autora de Foi Assim (Alêtheia, 2007), onde partilha as suas memórias desde a infância até ao momento de ruptura com o Partido Comunista Português, altura em que publicou O Nome das Coisas (Publicações Europa-América, 1988). Desde 2005, dirige a Alêtheia Editores, da qual é fundadora, assim como a Várzea da Rainha Impressores. Há longos anos no meio editorial, foi editora da Quetzal e também administradora e directora editorial da Bertrand Editora.

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