Finis Gloriae Mundi ou a Transformação Alquímica do Mundo

de Fulcanelli
idioma: português, português do brasil
Editor: Editora Pensamento, Janeiro de 2008 ‧
Em 1999, Jacques d` Arès trouxe à luz um manuscrito assinado por Fulcanelli, com o título de 'Finis Gloriae Mundi'. O texto, agora apresentado em língua portuguesa, proporciona conselhos para os alquimistas e estudiosos do pensamento esotérico ocidental. Neste livro, Fulcanelli revela os segredos da grande arte para entender a grande obra - a 'chave' final sobre a transformação alquímica e o 'fim do mundo' como é conhecido.

Finis Gloriae Mundi ou a Transformação Alquímica do Mundo

de Fulcanelli

Propriedade Descrição
ISBN: 9788531515484
Editor: Editora Pensamento
Data de Lançamento: Janeiro de 2008
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 227 x 159 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 117
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades
EAN: 9788531515484

SOBRE O AUTOR

Fulcanelli

Fulcanelli é um dos poucos autores que foram capazes de deixar atrás de si, e por tanto tempo, uma trilha de mistérios a respeito de sua verdadeira identidade - o que se considera o sinal de um verdadeiro adepto. Vários livros foram publicados especulando a origem desse misterioso homem, mas nada em forma de um fato irrefutável jamais foi definido. O que se pode dizer é que o autor traduziu seu extenso conhecimento sobre arquitetura, escultura, simbolismo, literatura clássica, arquivos, alquimia, etc., em uma obra brilhante. Poucos franceses que passam todos os dias em frente à Notre-Dame, ou raríssimos visitantes das várias moradas francesas deste livro compreenderiam, mesmo depois das suas explicações, a que se referiam os estranhos motivos dos painéis a que ele faz alusão. A Alquimia é obscura apenas porque é oculta. Os filósofos que queriam transmitir a exposição de sua doutrina e o fruto de sua labuta à posteridade eram muito cautelosos em não divulgar a arte, apresentando-a sob uma forma comum, não permitindo assim que o leigo a usasse de modo errado.

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