Filhos da Pátria que os Pariu

de Abel Coelho
Editor: Tuttirév Editorial, abril de 2014 ‧
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Abel Coelho traz-nos um romance profundo e apaixonante, um misto de emoções que descreve simultaneamente os horrores provocados pela guerra civil em Moçambique, como também um relato apaixonante de ternura, amizade e amor em que os protagonistas são crianças, vítimas de uma guerra feita pelos homens. A obra conta a história de dois irmãos, que viviam tranquilos no seio da sua família, numa pequena aldeia que viria a ser dizimada pelo exército moçambicano. Forçados a fugir, os dois separam-se e tornam-se vítimas das circunstâncias. Uma história que não deixará ninguém indiferente.

Filhos da Pátria que os Pariu

de Abel Coelho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899881525
Editor: Tuttirév Editorial
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 223 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899881525

Um regresso a África pelo que a guerra sempre deixa: a aniquilação do homem pelo homem.

Fernando Medeiros Paiva

Dizem que "não há amor como o primeiro"... "Os elefantes não esquecem" foi o primeiro livro que li do autor. É um livro intemporal e espacial. Tem harmonia. Induz paz, ternura e felicidade, apesar de a es-paços se adivinhar revolta e raiva contidas. "Filhos da pátria que os pariu" é um livro excessivo. Marcado no tempo e menos espacial. Tem muito de revolta, tem muito de raiva, tem muito de unha arranhando quadro negro, mas ainda se consegue ouvir, por vezes, sons sussurrados de uma paz, de uma ternura ou de uma felicidade. A mensagem agreste sai como uma bala expulsa por uma caçadeira de canos serrados. Não se ouve harpa. É um livro que mata os demónios! Mas mata-os com a finalidade de dar lugar a anjos da paz, da ternura e da harmonia? Para poderem regressar à pátria que os pariu? Devia ser lido por todos os Moçambicanos!

SOBRE O AUTOR

Abel Coelho

Abel Victor Pereira Coelho nasceu a 10 de setembro de 1953 na cidade de Inhambane em Moçambique. Completou a sua formação académica tendo-se posteriormente tornado profissional da aviação como piloto de linha aérea. A sua inclinação para as Artes e Letras bem cedo se evidenciou, tendo atingido o seu ponto culminante quando, em dezembro de 1998, publicou o seu primeiro livro na forma de Banda Desenha: - "O Chefe do Clã" – obra que o público esgotou e que a critica lhe deu boa nota. Foi colaborador e analista político em regime de "free lancer" para o jornal "A Tribuna de Joanesburgo" na África do Sul tendo aí revelado a sua sensibilidade, o seu sentido crítico e as preocupações relativamente a um continente em convulsão. Em 2005, Abel Coelho aparece com o romance "Os Elefantes não Esquecem", nessa obra, o autor lançou um olhar sobre Moçambique do pós-independência e, uma vez mais, confirmou a sua sensibilidade e a sua preocupação pela terra que o viu nascer.
Filhos da Pátria que os Pariu, aparece agora também em forma de romance, é outro grito de alerta, onde o autor relata os dramas causados pela guerra civil onde os que mais sofrem, são os que menos culpa têm: as crianças.

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