Festas & Funerais

Crónica Resistência

de César Príncipe

editor: Campo das Letras, abril de 2003
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Começa a literatura jornalística com o acidentado fellacio da Sala Oval e encerra com o apocalipse do planeta, agendado para festejar o segundo milénio. Pelo meio, descobre-se a filha de um arcebispo (de Braga); denuncia-se a bipolarização na aldeia portuguesa e a unipolarização na "aldeia global"; alerta-se para os fogos nas matas nativas e para os fogos da NATO em vários pontos do mapa; cuida-se das categorias do fantástico e do trágico do nosso quotidiano, desde as cotoveladas de um "craque" do futebol ao transe pátrio por um fadista.

Trata-se (também) de insuflar algum alento aos lúcidos e aos desprevenidos nesta era de "cães de guarda" do sistema. Trata-se (também) de abominar fautores da fome, da peste e da guerra e de enaltecer vultos da resistência nas múltiplas frentes e retaguardas da "crise".

Porque nestas crónicas nunca se pediu licença ao "pensamento único" para ter opinião própria. Porque, mais uma vez, os piores tomaram as rédeas do poder e do saber e cada um de nós terá, mais cedo ou mais tarde, de definir se deseja continuar a pertencer ao género humano.

Adivinha-se o campo escolhido pelo cronista: o das letras contra os números.

Festas & Funerais

Crónica Resistência

de César Príncipe

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726105725
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789726105725
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
César Príncipe

Nasceu, em 1942, em Vilar da Veiga (Gerês). Especializou-se em Jornalismo Político/Ciências da Comunicação/UP (Pós-Graduação). Colaborou em órgãos de informação regionais e nacionais, bem como em programas radiofónicos e televisivos. Foi redator principal do 'Jornal de Notícias'. Ainda no quadro jornalístico, divulgou as Artes Plásticas Portuguesas, desde o séc. XV à atualidade, cooperando na formação de novos públicos numa área tradicionalmente elitizada. Também na vertente de crítico de Arte, tem contribuições espalhadas por catálogos, monografias e programas audiovisuais.
No âmbito institucional, exerceu funções de representação na Empresa, no Sindicato e na Comissão da Carteira de Jornalista, bem como em associações culturais.
Participou com textos em espetáculos da Seiva Trupe: 'Um Cálice de Porto', 'Porto do Século', 'O Casamento'. Proferiu numerosas conferências e dinamizou colóquios.
No campo cívico, empenhou-se no combate democrático. Em 1974, um mês antes da Revolução de Abril, interveio, em Estocolmo, na Conferência Mundial dos Acordos de Paz sobre o Vietname.

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