Fernando Pessoa Não Tinha Cão

de Mário Cordeiro
Editor: Edições Sons de Violino, novembro de 2019 ‧
Fernando Pessoa Não Tinha Cão. Todavia, apesar de abjurar os seus ganidos (Ophelia Queiroz dixit), escreveu sobre os fiéis amigos. Conhecesse Fernando Pessoa a tenrinha, estou certo de que, dada a personalidade quase humana, a meiguice e a temperatura do nosso cão, o poeta produziria muitos poemas e textos para ela. Quiçá, até, arranjasse um cão! Quem sabe? e quantos heterónimos novos surgiriam? Pessoa, grande Pessoa.

Obrigado por teres existido, obrigado por me teres inspirado, iluminado o caminho e feito descobrir as pedras do percurso que há entre nós, humanos, e a Eternidade. Não tinhas cão…, mas tenho a certeza que gostarias de ter conhecido esta doce cadelinha.

Fernando Pessoa Não Tinha Cão

de Mário Cordeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893300008
Editor: Edições Sons de Violino
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 225 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 382
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789893300008

Vale a pena!

MC

Para quem gosta de poesia e de cães - uma cadela inspira o auto, é a sua musa e dialoga com ele. Reflexões sobre a vida, a morte e a existência... e a gratidão, cumplicidade e amor.

SOBRE O AUTOR

Mário Cordeiro

Mário Cordeiro, pediatra, professor aposentado de pediatria e de saúde pública da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. Foi presidente da Secção de Pediatria Social e Comunitária e da European Society for Social Paediatrics, fundador e presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil e de muitas outras organizações relacionadas com a promoção da saúde e dos direitos das crianças e adolescentes. Membro das Comissões Nacionais de Saúde da Mulher e da Criança, Direitos da Criança e Boas Práticas em Lares. Dirigiu o Observatório Nacional de Saúde. É membro da Academia das Letras e das Artes e autor de vários bestsellers como O Grande Livro do Bebé, O Livro da Criança ou O Grande Livro do Adolescente, dedicando-se também à escrita de poesia, dramaturgia e romances. Melómano, gosta de estar em família, passear, desfrutar da Natureza e passear o cão, sendo embaixador da Provedoria dos Animais de Lisboa para os programas de sensibilização da interação de crianças com cães. Gosta do Tempo, enquanto espaço de vida, da História, como sinal do passado (não aprecia saudosismos ou nostalgias), e de viver o presente com uma perspetiva no futuro. Sente que o amor, os afetos e a frugalidade, em busca do Belo, são o melhor antídoto para a angústia existencial que sempre sentiu.

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