Fastigínia

de Ernesto Rodrigues
Editor: Edição do Autor, junho de 2011 ‧
Nesta tese, o autor Ernesto Rodrigues faz uma análise sobre a obra Fastigínia de Tomé Pinheiro da Veiga. O título é identificado como um dos nossos primeiros romances epistolares (1605) que justifica e alicerça uma renovada visão novelística portuguesa, além de questionar, decisivamente a identidade nacional em tempo de monarquia.

Introdução, fixação do texto, variantes e notas com 24 reproduções de manuscritos, perfazem 740 páginas, em capa dura. Um livro bem-humorado, como raros, na literatura europeia.

Fastigínia

de Ernesto Rodrigues

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899644380
Editor: Edição do Autor
Data de Lançamento: junho de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 240 x 68 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 740
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789899644380

SOBRE O AUTOR

Ernesto Rodrigues

Ernesto Rodrigues (Torre de Dona Chama, 1956) é poeta estreado em 1973, ficcionista, dramaturgo, cronista, diarista, crítico, ensaísta, editor literário e tradutor. Está traduzido em árabe, castelhano, checo, francês, húngaro, inglês, italiano, romeno e sérvio. Foi jornalista, leitor de Português na Universidade de Budapeste (agraciado pelo Estado húngaro em 1989 e 2002), assistente na Escola Superior de Educação de Bragança e professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou e fez agregação em Estudos de Literatura e de Cultura.
Outros títulos publicados:
Poesia: Perseu, 2020. Ficção: Uma Bondade Perfeita, 2016 (Prémio PEN Clube, Narrativa); Um Passado Imprevisível, 2018; A Terceira Margem, 2021; Liliputine, 2023; O Bom Governo; Cruzeiro Literário, 2024. Teatro: Teatro, 2021. Crónica: Crónica 1973-2025, 2026. Ensaio: Literatura Europeia e das Américas, 2019; Mágico Folhetim: Literatura e Jornalismo em Portugal/Crónica Jornalística. Século XIX; Cultura Literária Oitocentista; Hungarica, 2022; «A Queda Dum Anjo» e Novas Páginas Camilianas; Ensaios de Cultura, 2023; José Régio e Luís Amaro: Correspondência (1943-1969), 2024; Tomé Pinheiro da Veiga, «Fastigínia», 2026.

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