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Enfermidades, Enfermos,Enfermeiros
Dos primórdios ao século XIX
Editor:
Edição do Autor, dezembro de 2019 ‧
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SINOPSE
Enfermidades, Enfermos, Enfermeiros trata das práticas de saúde e assistência desenvolvidas pelo homem desde os primórdios até ao século XIX.
São apresentadas algumas considerações sobre os contributos dos diferentes povos na evolução das práticas de saúde, naquela que é designada a etapa doméstica dos cuidados. Segue-se uma abordagem sobre a sociedade medieval do século V ao século XV, onde uma nova forma de olhar o mundo e cuidar do homem, deu origem à etapa vocacional dos cuidados. O Renascimento, trouxe novas questões à sociedade mais direcionadas para ideais naturalistas e humanistas. Destacam-se personagens na arte de cuidar os enfermos como, São Vicente de Paulo e Luisa de Marillac. A enfermagem como profissão do campo da saúde e prática organizada é relativamente recente, pois surge com Florence de Nightingale no século XIX.
Sistematiza-se a influência das ordens religiosas nas práticas de cuidados antes da fundação de Portugal e após a instauração do condado portucalense, onde o quotidiano de vida e a saúde foram marcados por crises sociais e períodos de conflitualidade política. São apresentados os estabelecimentos de hospitalidade e assistência existentes como: confrarias, albergarias, mercearias, gafarias e hospitais dos quais se destaca o Hospital de Todos os Santos. Apresenta-se a importância que o hospital Medieval em Portugal teve na assistência aos pobres e enfermos. Na Idade Moderna surgem as Misericórdias criadas por iniciativa da Rainha Dona Leonor e Frei Miguel Contreiras. Apresentam-se as similaridades e dissemelhanças entre os manuais escritos por enfermeiros e os manuais escritos por médicos.
São apresentadas algumas considerações sobre os contributos dos diferentes povos na evolução das práticas de saúde, naquela que é designada a etapa doméstica dos cuidados. Segue-se uma abordagem sobre a sociedade medieval do século V ao século XV, onde uma nova forma de olhar o mundo e cuidar do homem, deu origem à etapa vocacional dos cuidados. O Renascimento, trouxe novas questões à sociedade mais direcionadas para ideais naturalistas e humanistas. Destacam-se personagens na arte de cuidar os enfermos como, São Vicente de Paulo e Luisa de Marillac. A enfermagem como profissão do campo da saúde e prática organizada é relativamente recente, pois surge com Florence de Nightingale no século XIX.
Sistematiza-se a influência das ordens religiosas nas práticas de cuidados antes da fundação de Portugal e após a instauração do condado portucalense, onde o quotidiano de vida e a saúde foram marcados por crises sociais e períodos de conflitualidade política. São apresentados os estabelecimentos de hospitalidade e assistência existentes como: confrarias, albergarias, mercearias, gafarias e hospitais dos quais se destaca o Hospital de Todos os Santos. Apresenta-se a importância que o hospital Medieval em Portugal teve na assistência aos pobres e enfermos. Na Idade Moderna surgem as Misericórdias criadas por iniciativa da Rainha Dona Leonor e Frei Miguel Contreiras. Apresentam-se as similaridades e dissemelhanças entre os manuais escritos por enfermeiros e os manuais escritos por médicos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893300374 |
| Editor: | Edição do Autor |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 170 x 240 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 278 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Medicina
>
Enfermagem
|
| EAN: | 9789893300374 |
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