SINOPSE
Escreve a noite, o homem, com a tenacidade de quem acreditou na construção de um novo laço social. Escreve na noite, rodeado da família, recupera a memória das coisas e, por vezes, essa memória é um desfile de sujidade, de medos, de álcool e de sexo, como fugas ninguém sabe muito bem para onde.
Crónica de uma geração, Baptista-Bastos juntou, ao mural da sua época, um outro quadro, no qual a dignidade humana se identifica com a identidade pessoal e a identidade social. Elegia para um caixão vazio é uma elegia para todos nós.
CRÍTICAS
«É, sem frases, um livro notabilíssimo que nos toca, nos prende, nos comove, um livro de libertação e de vida.»
Eduardo Lourenço
«A maestria da escrita, a subtileza dos trânsitos de um ‘estilo’ para o outro, o modo como a duplicidade do dizer nos vai envolvendo e compelindo a ler são também testemunhos, mas de uma outra verdade: a maturidade de um escritor. Um livro que eu diria ser obrigatório ler.»
Maria Lúcia Lepecki
«Neste livro vai um risco tão evidente e desamparado de um homem se pôr em jogo, no essencial das suas opções e do seus valores, que tudo que possa ser, ou parecer, desacerto, se converte, aqui, na autenticidade, muito contagiante de quem, como todos nós, tem uma urgência de dizer. Vale a pena acompanhá-lo nesta aventura.»
Eduardo Prado Coelho
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895554706 |
| Editor: | Oficina do Livro |
| Data de Lançamento: | outubro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 234 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 148 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
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| EAN: | 9789895554706 |