El Jardin De Epicuro

de Anatole France
idioma: espanhol
Editor: Trifaldi Producciones Multimedia S.L., dezembro de 2025 ‧
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Este paradójico ensayo, en el que sobrevuela Epicuro, aunque solo se le cite en tres ocasiones, contiene dos partes bien diferenciadas. La primera es un conjunto de breves artículos en los que se reflexiona ingeniosamente sobre temas filosóficos y sociales que desembocan en magníficos aforismos. En la segunda, entran a dialogar famosos filósofos sobre la naturaleza del alma y otros temas. Un diálogo entre el autor y Cadmo, el fenicio creador del alfabeto, inicia una serie de reflexiones sobre la filosofía del lenguaje, que se continúa en el diálogo que mantienen Aristeo y Polifilo sobre la lengua en relación con la Metafísica. Por su ingenio, por su espíritu paradójico, por su belleza literaria, este variado ensayo destila elegancia y claridad. ôPerdonemos al dolor y sepamos que es imposible concebir felicidad mayor de la que poseemos en esta vida humana, tan dulce y tan acerba, tan mala y tan buena, ideal y real a la vez, que contiene todas las cosas y concilia todos los contrastes. Ella es nuestro jardín, y es preciso cultivarlo con celo.ö El jardín de Epicuro

El Jardin De Epicuro

de Anatole France

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412817560
Editor: Trifaldi Producciones Multimedia S.L.
Data de Lançamento: dezembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 138
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9788412817560

SOBRE O AUTOR

Anatole France

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Anatole France, pseudónimo de François-Anatole Thibault (1844–1924), nasceu em Paris. Filho de um livreiro, desempenha funções na Biblioteca do Senado, ao mesmo tempo que escreve artigos de crítica e publica poesia em jornais e revistas. Em 1896, é eleito membro da Academia Francesa.
Experimenta vários géneros literários — os seus contos, Jocaste et Le Chat Maigre, de 1879, são elogiados por Flaubert —, mas é no romance que a sua vocação de escritor mais se evidencia. O seu primeiro sucesso advém com Thaïs (1890), reevocação decadente do período clássico, adaptado a libreto da ópera homónima, composta por Massenet e hoje em dia parte integrante do repertório tradicional. Seguem-se outros romances famosos, como Le Lys Rouge (1894), e quatro volumes reunidos sob o título Histoire Contemporaine (1897–1901), que marcam em definitivo a maturidade expressiva do escritor e o seu interesse por temas sociais e políticos.
Nas obras do seu último período de vida, destacam-se Vie de Jeanne d’Arc (1908), a novela alegórico-satírica L’Île des Pingouins (1908) e o romance histórico, que decorre durante a Revolução Francesa com Os Deuses Têm Sede (1912) e durante a Terceira República em A Revolta dos Anjos (1914), ambos na Cavalo de Ferro.
Escritor de refinada cultura e elegância de estilo, Anatole France esconde sob a veste de um irónico ceticismo um indulgente desencanto pela sociedade moderna. Em 1921, é-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura pelo conjunto da sua obra.

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