El Fanal Azul

de Colette
idioma: espanhol
Editor: BACKLIST, março de 2011 ‧
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Los más nimios acontecimientos cotidianos sirven a Colette para volver, envueltos de lirismo, sobre sus recuerdos. Inmovilizada por la artritis delante de su escritorio, alumbrada de día y de noche por la lámpara que cubre con una hoja de su célebre papel azul ?de ahí el título de estos recuerdos en prosa?, Colette está abocada a la meditación. A su memoria acuden los viajes fuera de París (Ginebra, Beaujolais, la costa), su encuentro con un gato, las reuniones de la Academie Goncourt de la que es presidenta, la muerte de Margarita Moreno, su amada amiga de los primeros años de vida parisina, la visita de jóvenes chicas, graves o fútiles? Libro plagado de sabiduría, herencia de una mujer que había acumulado un profundo conocimiento de la condición humana, de una estoica, estos últimos escritos de Colette

El Fanal Azul

de Colette

Propriedade Descrição
ISBN: 9788408097310
Editor: BACKLIST
Data de Lançamento: março de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788408097310

SOBRE O AUTOR

Colette

Sidonie Gabrielle Colette nasceu em 1873 em Saint-Sauveur-en-Puisaye. Aos vinte anos casa com Gauthier-Villars, autor de romances populares mais conhecido pelo nome de Willy, e vai viver para Paris. Começa a escrever o seu primeiro livro, Claudine à L’École, que, depois de corrigido pelo marido, aparecerá em 1900 apenas com o nome deste. Aproveitando o enorme êxito obtido, Willy leva Colette a escrever mais cinco romances, que serão publicados como o primeiro, sem que figure o nome da autora. Em 1906, os Willy divorciam-se e Colette, para sobreviver, faz-se artista de music-hall, mas sem deixar de escrever. É essa experiência que será aproveitada em La Vagabonde (1911).
Em 1912, casa com Henri de Juvenel, escritor e homem de Estado, com quem vive até 1924. Em 1935, casa pela terceira vez, com Maurice Goudeket. Entretanto, continua a publicar os seus livros, que a foram impondo como a primeira escritora francesa dos nossos dias. Chéri (1920), Le Blé en Herbe (1923), O Fim de Chéri (1926), La Chatte (1933) e Gigi (1943) são as suas verdadeiras obras-primas.

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