Effi Briest

de Theodor Fontane
Editor: Difel, abril de 2005 ‧
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Effi Briest é a história do casamento entre uma jovem de dezassete anos, Effi, e um burocrata muito mais velho, o Barão Innstetten.
Este casamento, embora adequado do ponto de vista social e financeiro, é desastroso: Effi quer gozar a vida e espera ascender socialmente, enquanto o seu marido vive de acordo com as severas normas sociais e morais prussianas.
Perseguindo as suas ambições políticas, o Barão leva a sua jovem esposa para a pequena cidade de Kessin. Lá, Effi sente-se negligenciada pelo marido, acabando por desenvolver uma relação extraconjugal com o Major Crampas.
A relação é breve mas, anos mais tarde, quando o casal se encontra já em Berlim, o Barão descobre a verdade e, obrigado a agir de acordo com as convenções sociais, precipita um final trágico.

"Um dos mais significativos romances alguma vez escritos."
Thomas Mann - Prémio Nobel de 1929, autor de Morte em Veneza

"Simplesmente magnífico… Absolutamente encantador."
The New York Times

Effi Briest

de Theodor Fontane

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722907279
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 388
Tipo de produto: Livro
Coleção: Inesquecíveis
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722907279
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Theodor Fontane

Romancista, Theodor Fontane nasceu em 1819 e morreu em 1898. Foi a grande figura do Realismo na literatura alemã.
Na qualidade de jornalista, viveu durante algum tempo em Inglaterra e na França, e tornou-se personalidade influente no meio literário da sua época através das críticas de teatro que ia publicando.
Foi com quase sessenta anos de idade que começou a dedicar-se ao romance, género no âmbito do qual publicaria catorze títulos. A sua escrita romanesca caracteriza-se, simultaneamente, pelo cuidado posto na caracterização de costumes e ambientes (a sociedade berlinense, bem conhecida do autor, fornecia a matéria-prima da representação) e pela atenção dada à realidade psicológica dos protagonistas da intriga.
Do conjunto da sua obra, merecem destaque os romances Irrungen, Wirrungen (1887), Der Stechlin (1897) e, sobretudo, Effi Briest (1894), considerada pela generalidade dos críticos a ficção mais representativa do Realismo na Alemanha. Trata-se de uma história de adultério, em que a protagonista, a jovem inexperiente que dá o nome ao romance, acaba por morrer, depois de o marido lhe descobrir as cartas que trocara com o amante, num momento em que a relação está já acabada. Neste e noutros aspectos, a obra revela ter elementos em comum com O Primo Basílio, de Eça de Queirós.

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