Do Intervencionismo ao Sidonismo

Os dois segmentos da política de guerra na 1.ª República: 1916-1918

de Luís Alves de Fraga

editor: Imprensa da Universidade de Coimbra, abril de 2010
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Pretende-se demonstrar que a falência militar do Corpo Expedicionário Português (CEP) em França, durante o ano de 1918, não foi uma consequência exclusiva de ordem castrense, mas, essencialmente, o resultado da falência da política de guerra desenvolvida pelos partidos intervencionistas a qual se prende a duas causas quase concomitantes no tempo: a negação de transportes navais ingleses para colocar reforços em França e o golpe militar de Sidónio Pais, em Dezembro de 1917. O autor desenvolve o texto segundo duas vertentes: uma, orientada para a criação, instrução, instalação e vida do CEP em França e, outra, buscando o levantamento da situação económica, social e política de Portugal durante os anos de 1916 e 1917. Depois, debruça-se sobre a actuação de Sidónio Pais, não só quanto à preparação do golpe de Dezembro de 1917 como, também, quanto à condução da política de guerra face às constantes imposições da Grã-Bretanha. Apresentam-se achegas originais e importantes para a compreensão da História da 1.ª República.

Do Intervencionismo ao Sidonismo

Os dois segmentos da política de guerra na 1.ª República: 1916-1918

de Luís Alves de Fraga

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892600345
Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra
Data de Lançamento: abril de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 170 x 240 x 42 mm
Páginas: 664
Tipo de produto: Livro
Coleção: República
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789892600345
Luís Alves de Fraga

Luís Alves de Fraga nasceu em Lisboa, filho e neto de militares, frequentou o Instituto dos Pupilos do Exército e a Academia Militar. Fez duas comissões militares em Moçambique (1966-1969 e 1973-1975), é coronel reformado da Força Aérea, licenciado em Ciências Político-Sociais pela, então, Universidade Técnica de Lisboa, mestre em Estratégia e doutor em História. Foi professor do Instituto de Altos Estudos da Força Aérea, da Academia da Força Aérea, do Instituto dos Pupilos do Exército e, durante vinte e cinco anos, da Universidade Autónoma de Lisboa, na qual, durante seis anos, integrou os Conselhos Científico e Pedagógico. É membro do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar e sócio efetivo da Revista Militar. Em 2010 recebeu o Prémio Defesa Nacional. Autor de vários livros de História, consagrou a sua investigação, em especial, à participação de Portugal na Grande Guerra.

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